No Brasil, empresas familiares têm participação relevante na economia, mas a mudança de geração ainda representa um desafio para muitas delas. Preparação antecipada, definição clara de papéis e profissionalização da gestão estão entre os fatores que ajudam a reduzir os riscos da transição.
“O desafio, portanto, não se resume à escolha de um sucessor, mas à criação de condições para que a nova geração conquiste autonomia sem romper com a experiência acumulada pela anterior”, destaca o conselheiro administrativo, Fernando Röhsig.
Na Mega Luz Luminárias e na Construmega, em Lajeado, esse processo acontece de forma gradual. Marina Franck entrou no negócio da família durante a pandemia, inicialmente em busca de crescimento profissional e financeiro.
Com o tempo, a participação ganhou outra dimensão e passou a integrar o processo de sucessão. A preparação incluiu a graduação em administração e, posteriormente, um MBA em , marketing, voltado a ampliar sua atuação estratégica na empresa.
“Ficamos muito felizes. Foi muito bom a Marina ter escolhido ficar. Ela está fazendo o processo de maneira excelente, e estamos passando gradualmente. Eu sinto que eu e minha esposa estamos mais livres, porque junto com o gerente da loja, ela já toca os negócios sozinha”, afirma Claiton Franck .
