A tradição na hora de votar

Opinião

Claiton Miranda

Claiton Miranda

Tradicionalista e apresentador do programa Fogo de Chão, da Rádio A Hora

Colunista

A tradição na hora de votar

Por

Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

Alguns locais no Rio Grande do Sul são distantes e os eleitores, gaúchos em quantidade, moram às vezes a meia hora de carro de sua zona eleitoral, porém existem locais que não se pode vir pra cidade de ônibus ou carro, pois é só campo, aramados e porteiras. Mas como seus pais ou parentes votam, e não se importam às vezes de viajar de a cavalo cinco horas pra chegar na cidade e votar.

Seu Deivid Alberdanha, morador de Bagé, disse que se necessário iria a cavalo até a cidade para ajudar com seu voto. Crédito: Divulgação


No Alegrete, seu Alvarez disse que sempre vai com sua velha charrete, fala que seu cavalo parece que sabe até o local de votação. Crédito: Divulgação


Seu Agnaldo, também de Bagé, tem um grupo de música de nome Os 4 Irmãos, além disso é laçador e, dos bons, se precisar vai pilchado domingo, mas vai votar. De família humilde, trabalhadores do campo e que um certo dia resolveram tocar bailes, hoje vivem desta profissão e segue acreditando sempre em seu voto. Crédito: Divulgação


Conselhos

– Vote consciente;
– Chegue e aguarde sua vez;
– Seja educado e respeite seu amigo, mesmo se ele pensar diferente de você.

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