Segurança no “Passeio pela Colônia”

opinião

Rodrigo Martini

Rodrigo Martini

Jornalista

Coluna aborda os bastidores da política regional e discussão de temas polêmicos

Segurança no “Passeio pela Colônia”

Por

Vale do Taquari
Imec - Lateral vertical - Final vertical

As caminhadas autoguiadas são um verdadeiro tesouro para o turismo regional. E em tempos de pandemia, ganha destaque como uma das atividades mais seguras e com menor risco de contágio neste segmento da economia. E como não poderia deixar de ser, o projeto “Passeios na Colônia” recebeu o Selo Turismo Responsável, um carimbo especial concedido pelo Ministério do Turismo e pela Anvisa aos estabelecimentos e projetos que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19. O selo faz parte do Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, cujo objetivo é diminuir os impactos da pandemia e preparar o setor para um retorno gradual, seguro e responsável.

Lixão em Teutônia

Em Teutônia, o Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar eventual “poluição causada por deficiências no ´lixão da Prefeitura Municipal, situado na Linha Geraldo.” Em janeiro, o Grupo A Hora noticiou que O governo de Teutônia monitora a situação do aterro sanitário do município, que está com sua capacidade esgotada. Conforme o Executivo, uma comissão será formada para definir ações futuras sobre a destinação dos resíduos.

Auxílios!

A sociedade mais vulnerável do Rio Grande do Sul será novamente agraciada com auxílios emergenciais por parte dos governos federal e estadual. É um alento, mas é pouco diante de toda a depressão econômica causada pelas restrições naturais e também pelas ações de isolamento impostas pelos governantes. Se a medida já foi insuficiente em 2020, tende a ser ainda menos eficaz com a redução do valor repassado. Ou seja, e para evitarmos um colapso social, é preciso garantir o direito ao trabalho para todos.

Enchentes

Em Lajeado, o Ministério Público segue verificando a legalidade de condomínios autorizados às margens do Rio Taquari, no bairro Carneiros. O objeto do inquérito civil é “investigar eventual dano ambiental em face do licenciamento de empreendimentos e sua interferência na alteração do curso do Rio Taquari em época de cheias em razão da abertura e calçamento de ruas e acessos.”

O Executivo

O Pro_Move Lajeado já escolheu o nome do Executivo que vai coordenar a futura Agência de Desenvolvimento de Lajeado, a AGIL. Ele foi escolhido entre 32 nomes que apresentaram currículo para a nobre função. Para tal, passou pela criteriosa sabatina coordenada por representantes das quatro hélices do movimento de inovação. E por ora, o nome é guardado à sete chaves.

Documentário sobre covid-19

O governo de Lajeado prepara um “vídeo-documentário” sobre a pandemia na cidade. De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, uma equipe está captando imagens e depoimentos faz algumas semanas. Por ora, não há previsão de quando sai, mas deve ser em breve. A ideia é registrar imagens do pico da pandemia dentro do Hospital Bruno Born (HBB) para registro histórico.

Collischon e a arte

A jornalista Laura Peixoto avisa: a pandemia foi produtiva para o professor Wolfgang Collischon. Durante o período de reclusão social, ele traduziu do alemão gótico dois livros. Entre esses, a obra “O Novo Diógenes”, com a história de um casal que saiu de Porto Alegre para conhecer o Brasil, no ano de 1931. Na capa, a gravura da neta ilustradora, Helene Biehl. O livro já está à venda em livrarias de Lajeado.

LOCKDOWN E A BURRICE

Certamente, não é a solução em um mundo capitalista. A economia precisa girar para a sobrevivência de todos. Mas é errado taxar de “burros” os mais médicos, cientistas e demais defensores do “lockdown”. A pandemia pegou a todos de surpresa, e eu prefiro não acreditar em teorias da conspiração. Se alguns defendem o lockdown, penso eu, é com o intuito de ajudar a combater o coronavírus. É claro que existem exceções. Mas a maioria, penso eu, age de boa índole ao sugerir tais ações. Assim como eu acredito na boa fé de quem luta contra o lockdown e pelo direito de trabalhar. Chamar de “burro”, como insinuou o Ministro Onix Lorenzoni, em entrevista ao Frente e Verso, ou criar culpados e sugerir julgamentos, como faz o outro lado, só atrapalha!

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, fala à imprensa no Palácio do Planalto,sobre o o pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial (Foto: Divulgação)

PROTESTOS!

Inusitado. No mínimo, é inusitado um protesto pelo direito de trabalhar. O sábado e a segunda-feira foram marcados por protestos em Lajeado. Um protesto pra lá de legítimo. Não fosse a persistência de quem garante os empregos e a coragem de quem não quer largar o emprego e a nossa sociedade estaria fadada a um verdadeiro colapso social e econômico. E pensar que esses heróis, que foram às ruas pelo direito de lutar pelo pão que alimenta suas famílias, poderão ser taxados de criminosos em uma futura narrativa.