“Selo sustentável será o maior patrimônio que uma empresa poderá ter”

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“Selo sustentável será o maior patrimônio que uma empresa poderá ter”

Durante comentário no programa da Rádio A Hora 102.9 empresária Renata Galiotto destacou o conceito ESG, relacionado à preservação do meio ambiente

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“Selo sustentável será o maior patrimônio que uma empresa poderá ter”
(Foto: Ana Carolina Becker)
Brasil
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A empresária Renata Galiotto participou do programa Frente e Verso, da Rádio A Hora 102.9, desta quinta-feira, 25, e explicou o conceito de ESG sigla em inglês que significa “environmental, social and governance”, e corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização.

Conforme a comentarista, a sigla vai “dominar o mundo”. São 17 objetivos sustentáveis desenvolvidos e lançados pela ONU na Agenda 2030, e que devem ser seguidos pelas empresas. “Todos os princípios dizem respeito à preservação do Meio Ambiente. O selo sustentável será o maior patrimônio que uma empresa poderá ter”, salienta.

De acordo com Renata, a sociedade deverá aprender a reutilizar aquilo que hoje é finito, mas que um dia pode acabar como, por exemplo, a água. “A mudança precisa vir das empresas, pois são elas que produzem”, aponta.

No conceito de ESG, a ONU traz como foco central o ser humano como fonte de inovação para a prevenção do planeta. “O Meio Ambiente está pedindo socorro há muito tempo”, reforça.

Segundo ela, a juventude de hoje se locomove através de Uber e que não quer mais comprar um carro. “Se comprar, quer algo ecológico. Essa é uma geração mais consciente”, pontua.

Conforme Renata, já é possível notar um movimento mundial acerca desse tema. “Grandes empresas já estão buscando este conceito e como desenvolver”, avalia.

Outro assunto em pauta foi a pandemia do coronavírus. De acordo com a empresária, a vacina não impede que as pessoas peguem o vírus, mas sim dá uma imunidade maior para não evoluir a um estado mais grave.

“Diante desse problema temos duas saídas: ou você senta e chora, ou levanta e enfrenta”.

Ouça o comentário na íntegra: