Cessão no Porto de Estrela

Opinião

Rodrigo Martini

Rodrigo Martini

Jornalista

Coluna aborda os bastidores da política regional e discussão de temas polêmicos

Cessão no Porto de Estrela

Por

Vale do Taquari
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

A Empresa Pública de Logística Estrela (Elog) publicou o primeiro chamamento público/dispensa de licitação. O documento foi assinado pela presidente Elaine Goergen Strehl, e torna público que “entre os dias 25 e 27 de julho de 2022 ocorre a tomada de propostas e documentos visando a cessão onerosa de bem imóvel e suas benfeitorias, localizadas nas dependências do Porto de Estrela”. O objeto do processo licitatório é um silo de 3,7 mil m². Ontem, a direção da Elog visitou o Setcergs e, em breve, divulgam novidades sobre o congresso técnico.

Crédito: Divulgação


Um oceano de oportunidades

Academias, gastronomia diversificada, viagens, especialidades médicas e produtos mais refinados são apenas algumas das tantas possibilidades de mercado que os “jovens há mais tempo” buscam no dia a dia.

A terceira idade, ou a “melhor idade” já atinge 20% da população gaúcha e a tendência é aumentar nos próximos anos. Ou seja, o público acima de 60 anos surge como uma alternativa e tanto para a geração de novos negócios e serviços por parte dos empreendedores da região. E as cifras são milionárias.

A matéria de capa de ontem sintetizou essa instigante realidade. Um estudo realizado em apenas oito cidades da região, e apresentado durante a última convenção da Câmara de Dirigentes Lojistas de Lajeado, mostra uma breve perspectiva para o mercado.

Segundo a análise, a renda total do público acima de 60 anos ultrapassou a cifra de R$ 900 milhões só em 2021. E tal pesquisa sequer contemplou as cidades de Taquari, Teutônia e Encantado, por exemplo. Ou seja, os números são ainda maiores. Um verdadeiro oceano de oportunidades.


MP de olho na escola

O Ministério Público de Lajeado instaurou um “Procedimento Administrativo de acompanhamento de Instituições” para verificar, entre outros detalhes, o “problema de infraestrutura na Escola Estadual Carlos Fett Filho”, localizada na Cohab/Moinhos.

O processo é conduzido pelo promotor de justiça, Sérgio Diefenbach, e busca dar fim a uma novela que perdura há mais de uma década. Por lá, os estudantes carecem até de banheiros decentes.


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