Guarda Municipal: armada ou desarmada?

Opinião

Rodrigo Martini

Rodrigo Martini

Jornalista

Coluna aborda os bastidores da política regional e discussão de temas polêmicos

Guarda Municipal: armada ou desarmada?

Por

Vale do Taquari
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O governo de Lajeado quer e vai propor a implantação de uma Guarda Municipal na cidade. E, entre os tantos debates que devem pautar as sessões da Câmara de Vereadores, destaque para o porte (ou não) de arma de fogo por parte dos futuros servidores públicos. É um tema amplamente debatido Brasil afora, controverso, e com certeza vai gerar embates políticos na principal cidade do Vale do Taquari.

Hoje, e entre as 26 capitais brasileiras, apenas três não têm Guarda Municipal ou corporação equivalente: Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco. Considerando as cidades-polos com a referida equipe de segurança pública, apenas Rio de Janeiro, Manaus e Macapá não permitem o porte de armas por parte dos agentes. Em Lajeado, e ao menos por ora, a ideia da administração municipal é permitir o armamento.


Recursos à E-Log

O governo de Estrela encaminhou projeto à Câmara para autorizar o ressarcimento, em forma de “Repasse Financeiro à Empresa Pública de Logística Estrela, denominada E-LOG”, no valor de R$ 106,2 mil, referente ao período de 28 de março a 27 de maio de 2022, e oriundo do contrato firmado com a empresa Nutritec Suprimentos Agropecuários, que hoje utiliza parte da estrutura do porto fluvial por meio de um contrato emergencial.

De acordo com a proposta, em razão de entraves meramente burocráticos e das dificuldades iniciais para a abertura de uma conta bancária para a E-Log, os valores referentes a cessão onerosa do espaço público eram recolhido para os cofres do Executivo. Por conta disso, o projeto de lei visa a regulamentação contábil e jurídica, de forma que os valores que são de competência exclusiva da E-Logo passam a integrar os cofres da mesma.


 

 

 


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