Biomédica fala sobre a mutação do coronavírus em Manaus

Variação do vírus

Biomédica fala sobre a mutação do coronavírus em Manaus

Em entrevista ao programa Frente e Verso, da Rádio A Hora 102.9, a mestranda em Ciências Médicas pela Univates, Raquel Birck, explicou sobre as variações apresentadas pela covid-19 e, ressaltou, sobre a nova cepa encontrada em Manaus

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Biomédica fala sobre a mutação do coronavírus em Manaus
(Foto: Ana Carolina Becker)
Brasil
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A Biomédica e mestranda em Ciências Médicas da Universidade do Vale do Taquari (Univates), Raquel Birck, participou do programa Frente e Verso, da Rádio A Hora 102.9, na manhã desta quinta-feira, 21, quando explicou sobre as variações que estão sendo diagnosticadas sobre o coronavírus.

Principalmente, a variação que vem sendo apresentada em Manaus e está atingido pessoas jovens que não possuem nenhuma comorbidade. “Houve uma mutação muito grave, onde agora o risco não está mais em quem tem apenas comorbidades, essa mutação do coronavírus consegue atingir qualquer pessoa, em qualquer faixa etária”, ressalta.

Conforme a biomédica existem 28 tipos de mutações da doença verificadas no mundo. A última, descrita como B1.1.128 é a última registrada no mundo e em Manaus. No entanto, há variações presentes a respeito de mutação em São Paulo e também no Rio Grande do Sul.

Sobre a última mutação ainda não se sabe quais os sintomas gera, mas o de número 17, registrado em Londres, afetou o paladar das pessoas e fez com que sentissem cheiro diferente. “Não se sabe explicar exatamente o que eles sentem, é algo que irrita o nariz e a pele do corpo.”

Na opinião da biomédica, seria necessário fechar as fronteiras para evitar a disseminação da nova mutação pelos outros estados. “Antes de ter enviado os pacientes de Manaus para os outros estados, deveria de ter sido feita uma análise de cada um dos casos que saiu de lá para saber se estavam ou não com essa linhagem do vírus.”

Ouça a entrevista na íntegra