Imigrante

Moradores cobram melhor estrutura

Terra e brita é o que mais se vê no bairro Imigrante, onde nenhuma rua é asfaltada. Com o grande número de caminhões passando pelas ruas Pedro Júlio Dieter e Willibaldo Eckhardt, devido à empresa de britagem localizada no bairro, a poeira invade a casa de moradores. A pavimentação foi uma das promessas cobradas do governo municipal na reunião da semana passada, no projeto Prefeitura no Bairro.

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Moradores cobram melhor estrutura

Terra e brita é o que mais se vê no bairro Imigrante, onde nenhuma rua é asfaltada. Com o grande número de caminhões passando pelas ruas Pedro Júlio Dieter e Willibaldo Eckhardt, devido à empresa de britagem localizada no bairro, a poeira invade a casa de moradores. A pavimentação foi uma das promessas cobradas do governo municipal na reunião da semana passada, no projeto Prefeitura no Bairro.
 
Shirlei Dieter, 53, conta que muitos vizinhos não podem abrir a casa porque a poeira costuma entrar. Ela ainda explica que a proposta apresentada pelo governo aos moradores foi a pavimentação e calçamento comunitários. Ela entende que poucos deles têm condições de arcar com o custo.
 
De acordo com o presidente da Associação de Moradores, Airton Wollmer, outra alternativa apresentada pelo governo é incluir algumas ruas no projeto Avançar Cidades, com verba federal. Ainda assim, o projeto contemplaria apenas parte do problema.
Além dos moradores, essa poeira também atinge a EMEF Capitão Felipe Dieter, cuja quadra de esportes fica na divisa com a rua. Segundo a diretoria da escola, Gianini Auler, o pedido para o calçamento e pavimentação das ruas já vem de anos.
 
“Muitas crianças voltam a pé para a casa. Não tem calçada, faixa de segurança ou redutor de velocidade”, ressalta.
 

Em observação

Segundo o secretário de Obras e Serviços Públicos, Fabiano Bergmann, a Rua Pedro Júlio Dieter está no projeto Avançar Cidades. As outras ruas são avaliadas para a manutenção e melhorias. Parte da Rua Willibaldo Eckhardt já foi alargada.
 
A pavimentação, no entanto, não está nos planos do governo municipal, a menos que seja consentida a obra comunitária. Assim, o município paga parte do material, e os moradores devem pagar a mão de obra e o material restante.
 
 

BIBIANA FALEIRO – bibiana@jornalahora.inf.br