O Colégio Bom Jesus São Miguel, em Arroio do Meio, conquistou o primeiro lugar do município, no desempenho das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O resultado consolida o projeto pedagógico da instituição, que abrange três pilares: educação de excelência, formação socioemocional e valores franciscanos.
“Mais uma vez, nosso desempenho demonstrou a unidade pedagógica do Bom Jesus, pois conseguimos fazer com que a excelência pedagógica da instituição seja efetivada em todos os nossos colégios”, comentou o coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas (CEP) do Colégio Bom Jesus, Marcelo Bianchini Favaro, ao avaliar os 14 primeiros lugares em municípios onde o Bom Jesus possui unidades de ensino e posições de destaque nos rankings estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de desempenhos expressivos em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O destaque desta edição foi o bom desempenho das unidades localizadas no interior dos estados. “O acolhimento, o envolvimento e a cultura de comprometimento que existem nas cidades menores fortalecem nossos processos e nos oferecem experiências que são implantadas nos grandes centros e se tornam diferenciais em nossos colégios”, complementou.
Um dos objetivos da instituição é garantir que o estudante receba todo o suporte necessário para ingressar no ensino superior de forma direta, eliminando a necessidade de investimentos extras em cursinhos pré-vestibulares. De acordo com o coordenador, um dos principais diferenciais é compreender que a preparação para o ingresso na universidade não começa apenas no Ensino Médio.
“A preparação é resultado de uma trajetória construída ao longo de toda a vida escolar. Por isso, nossos alunos trabalham com avaliações diagnósticas desde o quinto ano do Ensino Fundamental. Essas avaliações utilizam a Teoria de Resposta ao Item (TRI), o mesmo método empregado na correção do Enem, permitindo um acompanhamento preciso da evolução da aprendizagem”, explicou.
Outro diferencial apontado por Bianchini é a capacidade da instituição de adaptar as estratégias às características de cada região do país. “Temos consciência de que o fim do Ensino Médio precisa considerar as particularidades locais, sem perder de vista o Enem e os vestibulares regionais. Por isso, as trilhas de preparação, os simulados e as avaliações são ajustados às especificidades de cada unidade”, finalizou.
