Na semana passada escrevi neste espaço que o Regional Aslivata, em muitos aspectos, já supera competições profissionais. A afirmação gerou debate e algumas críticas de torcedores que entenderam como uma tentativa de engrandecer o campeonato. E, em parte, eles têm razão. Um clube profissional possui custos muito maiores: encargos trabalhistas, estrutura, viagens, alimentação e uma série de despesas que o futebol amador não enfrenta da mesma forma. Mas o ponto central da reflexão é outro. Hoje, captar recursos para o futebol amador se tornou mais acessível do que para muitos clubes profissionais. O vínculo comunitário, a presença das empresas locais e a identificação do torcedor com atletas da própria cidade transformaram o amador em uma vitrine regional extremamente forte. Enquanto clubes profissionais menores lutam para sobreviver em um calendário apertado e sem retorno financeiro, equipes amadoras conseguem mobilizar patrocinadores, público e voluntários com mais facilidade.
Festa para Tafu
No fim de semana, o Taquariense promoveu um momento especial de reconhecimento a um de seus colaboradores mais queridos. Jaques Fernando de Souza, o popular “Tafu”, foi surpreendido com uma homenagem organizada pelos colegas e amigos do clube, em um gesto de carinho por toda a dedicação demonstrada ao longo dos anos. Sempre presente no dia a dia do Taquariense, Tafu se tornou uma figura muito querida por atletas, dirigentes e torcedores, ajudando a construir a história do clube com simplicidade, companheirismo e amor às cores alviazuis. Como presente, recebeu uma bicicleta nova dos colaboradores, emocionando todos os presentes durante a homenagem.
Destaque
No último fim de semana ocorreu o Campeonato Gaúcho de Muay Thai, em Bento Gonçalves. Entre os campeões e destaques do Vale do Taquari está a jovem promessa Joaquim Knack Gerhart, de 12 anos que vencedor da categoria Cadet até 43 quilos.

