Com mais de duas décadas de experiência no setor da construção, a Pórtico Estruturas Pré-Fabricadas se consolidou como referência na produção e montagem de estruturas em concreto e metal. A empresa, que iniciou suas atividades em Lajeado e atualmente está sediada às margens da ERS-129, no quilômetro 42, em Estrela, oferece soluções completas e personalizadas para obras de grande porte, como pavilhões comerciais, agrícolas, industriais e esportivos.
O diferencial da Pórtico está no planejamento estratégico e na busca constante por eficiência e qualidade. Ao trabalhar com estruturas pré-moldadas em concreto e metálicas, a empresa garante previsibilidade de prazos, redução de custos e agilidade na execução dos projetos. Cada obra é pensada de forma individualizada, para atender às necessidades específicas de cada cliente, sempre com foco em resistência, segurança e funcionalidade.
Fundada em 2002, a Pórtico tem suas raízes ligadas à formação técnica de seu idealizador, Marco Antônio Bruch. O nome surgiu ainda no período da faculdade, inspirado nas aulas de um professor que destacava a importância da viga pórtico na engenharia civil. “Sabia que o nome tinha que ser algo relacionado à construção. Ele falava muito nesta viga e eu achei o nome interessante”, relembra o fundador.
O primeiro escritório foi montado no centro de Lajeado, próximo à Praça da Matriz, e logo a produção de estruturas metálicas passou a ser realizada em uma fábrica no bairro São Cristóvão. Tempo depois, construíram o primeiro galpão em Colinas, quando a história da empresa começou a se consolidar.
Com uma trajetória marcada pelo crescimento sustentável, em 2021 a Pórtico deu um passo importante ao traçar metas de expansão para toda a região Sul do país. O movimento reforçou o compromisso da Pórtico com a inovação e o desenvolvimento de soluções construtivas que acompanham a evolução do mercado.
Atenta às transformações do setor e às exigências das grandes obras, a Pórtico segue fortalecendo sua atuação no mercado da construção civil, com credibilidade, técnica e solidez.
Vendas à prova de crises
– por Peixoto Accyol
Com a mudança na maneira de se relacionar com os clientes e o aumento da competitividade no mercado, os profissionais de vendas são desafiados a entregar resultados consistentes em meio à instabilidade. Pensando nisso, um grupo de especialistas em vendas desenvolveu uma obra que vai além das tradicionais técnicas de abordagem e negociação.
O livro “Vendas à prova de crises” propõe um verdadeiro mapa de competências e estratégias voltadas ao fortalecimento da atuação comercial. O conteúdo abrange desde o desenvolvimento de habilidades interpessoais até ferramentas práticas para melhorar o desempenho individual e coletivo nas empresas.
Entrevista
Marco Antônio Bruch • Pórtico Estrutura Pré Fabricadas
“Também fui servente de obra e coloquei a mão na massa”
Wink – A família Bruch é tradicional no interior de Santa Clara do Sul. Nos conte um pouco sobre as tuas origens
Marco – Meu pai veio muito cedo lá do interior de Santa Clara, para morar no bairro Carneiros. Já minha mãe é natural de Sério. O pai começou a trabalhar na construção civil, então, desde pequeno, eu e meu irmão a gente estava junto na obra. Lembro de ser pequeno e carregar um balde de massa pronta. Ali eu aprendi a gostar da construção civil.
Qual a diferença de fazer uma obra pequena – uma casa de família – para uma obra grande?
Sempre digo, na engenharia, a casa tem peculiaridades maiores, são mais detalhes e cuidados. Já uma grande, como um pavilhão, é algo mais bruto. Tu não vai olhar os pequenos detalhes. Hoje, decidimos trabalhar com pavilhões. Até alguns anos atrás, fizemos algumas casas, mas agora focamos nestas construções maiores.
Tu fizeste engenharia?
Sim, com 15 anos já estava decidido a fazer. Na época, comecei a ir direto nas obras para trabalhar como servente. Trabalhava durante o dia e estudava à noite. Desde a primeira série até o segundo grau fiz no Castelinho. Tinha um professor de matemática que fez eu me apaixonar pelos números. Já o curso de engenharia, fiz na Unisinos, pois não existia por aqui. Eu pegava o ônibus às 17h e voltava 1h da manhã. Na época, o curso tinha 75 cadeiras, era muito extenso. Levei oito anos para me formar.
E as experiências de trabalho, foram somente com teu pai?
Não, eu trabalhei um ano na Fruki, na produção. Eu trabalhava no porão, empilhando os refrigerantes. Depois fui trabalhar em um escritório de engenharia, a Portal Engenharia, onde fiquei quatro anos: de 1999 a 2022.
Essa tua relação com a educação e os valores que tu aprendeste na vida, traz até hoje?
Sempre falo para os funcionários e o pessoal que está há pouco tempo na empresa, que também fui servente de obra e coloquei a mão na massa. Tive uma história de vida para contar e não foi fácil, tudo o que a gente conquistou. Tive que começar de baixo e, com isso, aprendemos a dar valor a cada centavo.
Me lembro que tu praticava muito esporte, jogava inclusive no futebol amador. O fato de ter jogado em vários clubes, provavelmente, fez com que tu criasse muitas relações, que pode aproveitar agora no mundo dos negócios, correto?
Sim, várias. No começo, com 16 anos, joguei no Sampaio, União de Carneiros, Jardim do Cedro… tive uma passagem no Lajeadense, joguei na escolinha e no juvenil. Depois tive que ir para o quartel e voltei para seguir nos estudos.

