Ardêmio Heineck: “O Brasil está com os olhos em Lajeado”

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Ardêmio Heineck: “O Brasil está com os olhos em Lajeado”

Comentarista considera o município como a capital do país nesta sexta-feira. "Independente do partido, é preciso demonstrar grandeza para receber o presidente da república"

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Ardêmio Heineck: “O Brasil está com os olhos em Lajeado”
Ardêmio Heineck (Foto: arquivo A Hora)

O comentarista Ardêmio Heineck, durante o programa Frente e Verso, desta sexta-feira, 15, comentou sobre a vinda do presidente Lula ao município de Lajeado, a insatisfação com o trabalho da CCR e a retração industrial no estado.

Heineck considera que hoje, Lajeado é a capital do Brasil e enfatiza, a fala do prefeito de Santa Clara, Paulo Kohlrausch. “Quem vem não é o presidente do PT, mas sim o presidente do Brasil.” Diz que independente do partido, é preciso demonstrar grandeza para receber o presidente da república.

Quando o presidente, acompanhado pelo vice-presidente e outros ministros, demonstra sensibilidade ideológica e uma visão social que compreende a realidade regional, isso abre caminho para a consolidação de linhas de crédito. Este aspecto é crucial, conforme salientado pelo comentarista, pois as micro e pequenas empresas enfrentam carências de investimento, o que está prejudicando o desenvolvimento econômico da região.

Além disso, em relação às questões econômicas, o comentarista destaca a necessidade de disponibilizar linhas de crédito subsidiadas para as médias e grandes empresas, especialmente aquelas ligadas à agricultura. Ele argumenta que, ao operarem em plena capacidade, essas empresas geram oportunidades de emprego e contribuem para o avanço da agricultura familiar.

Seguindo essa linha de raciocínio, Heineck sugere a implementação de medidas relacionadas à habitação, infraestrutura, desenvolvimento de cooperativas e investimentos em empresas, pois são questões urgentes para a comunidade.

Insatisfação com a CCR

Em relação à insatisfação com a CCR, Heineck destaca a falta de consideração da empresa para com a população: “Não é admissível que uma obra esteja atrasada por mais de um ano, e que uma concessionária, que deveria servir ao público, não disponha de um canal eficiente para atender às demandas”. Ele sugere que essa concessão parece estar sendo tratada de forma complacente nos bastidores, em conluio com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Retração industrial

O comentarista também chama a atenção para a contínua retração industrial do estado, já se prolongando por três trimestres, e adverte que a relutância do governo em revogar os decretos que cortam os incentivos fiscais terá um impacto direto no aumento dos preços dos alimentos básicos. Ele enfatiza a necessidade de o governador compreender que esse não é o caminho a seguir.

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