Experiência em crises e pertencimento regional embasam projeto de Trojan

ELEIÇÕES 2026

Experiência em crises e pertencimento regional embasam projeto de Trojan

Pré-candidato a deputado estadual defende mais espaço para o Vale nos centros de decisão e destaca obras de infraestrutura, saúde e reconstrução

Experiência em crises e pertencimento regional embasam projeto de Trojan
Foto: Diogo Fedrizzi
Eleições 2026
Estado

A experiência acumulada em momentos de crise climática e sanitária, aliada à forte relação com o Vale do Taquari, está entre os principais argumentos utilizados por Mateus Giovanoni Trojan para defender a viabilidade de uma candidatura à Assembleia Legislativa em 2026.

Filiado ao MDB, ele avalia que as enchentes e o processo de reconstrução reforçaram a percepção de que a região precisa ampliar sua presença nos espaços de decisão do Estado. Para Trojan, quem vive no Vale compreende de forma mais direta as prioridades e os desafios enfrentados pelos municípios.

“Por ser daqui e ter raízes na região, o olhar é diferente. A compreensão das necessidades do Vale e a disposição para tratá-las como prioridade também são diferentes. Ao longo da minha trajetória, fui testado em alguns dos momentos mais difíceis da vida pública e acredito que essa experiência me dá condições de exercer uma liderança capaz de representar a região e defender suas demandas”, afirma.

Entre as prioridades defendidas por Trojan está o fortalecimento do financiamento da saúde. Segundo ele, hospitais de diferentes portes enfrentam dificuldades para equilibrar receitas e despesas, cenário que exige maior atenção do Estado e reforço nos investimentos destinados ao setor.

O pré-candidato também defende a manutenção dos recursos voltados à reconstrução e a execução de obras estruturantes, como a duplicação da RSC-453 e melhorias viárias viabilizadas por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). Além disso, propõe a prorrogação dos programas de reconstrução por até 18 meses, de forma a garantir a conclusão de obras e ações ainda pendentes nos municípios atingidos pelas enchentes.

Acompanhe a entrevista na íntegra: 

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