As lideranças do Fórum das Entidades de Lajeado (FEL) promoveram nesta sexta-feira, 12, o encontro mensal. Reunidos na sede da Seavat, os dirigentes tiveram como principal assunto o estacionamento rotativo pago de Lajeado. O grupo recebeu representantes da prefeitura de Lajeado, o vice-prefeito Guilherme Cé e o secretário de Planejamento, Alex Schmitt, para explanar as mudanças que estão previstas.
Participaram da atividade Giselda Hahn, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado; Eduardo Gravina, presidente da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil); Guilherme Reisdorfer, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS (CREA-RS); Ronaldo José Eckhardt, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Lajeado; Dieres Martins, da Associação Lajeadense Pró-Segurança Pública (Alsepro); Maria Cittolin, da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Vale do Alto Taquari (Seavat); Daniele Buzatta, do Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do VT (Sincovat) e Sescon VT; Fabrício Brandlof e Gustavo Martins Rosa, do Sindilojas Vale do Taquari; e Daniel Bergesch, do Sinduscom VT.
Cé e Schmitt apresentaram as principais informações que constam no projeto de lei que será encaminhado ao Poder Legislativo em breve. O objetivo é atualizar a legislação e contemplar alterações para melhorar o sistema. Eles falaram de aspectos como as alternativas para ampliar a rotatividade das vagas, valores das tarifas e as formas de pagamento.
Conforme a proposta, a primeira e a segunda horas terão cobrança da tarifa base vigente. A partir da terceira hora até o limite de dez horas na mesma vaga, será aplicada tarifa progressiva, com acréscimo de 50% por hora adicional. O sistema deverá disponibilizar diferentes formas de pagamento, incluindo aplicativo, loja virtual, agentes de fiscalização em via pública e atendimento em estabelecimento físico. Também está prevista a possibilidade de compra antecipada de créditos, com desconto de 20% sobre a tarifa base e validade mínima de 12 meses.
Para usuários que utilizarem a vaga sem pagamento inicial, o projeto cria a modalidade de pós-pagamento. Nesses casos, haverá aplicação de tarifa especial: as duas primeiras horas terão cobrança equivalente ao dobro da tarifa base e, da terceira até a décima hora, o valor corresponderá ao quádruplo da tarifa base. Essas e outros pontos foram debatidos pelo grupo, que agora tem ainda uma semana para avaliar o que está proposto e sugerir eventuais ajustes.
