Languiru retoma operação 24 horas da fábrica de rações e abre 33 vagas de emprego

ESTRELA

Languiru retoma operação 24 horas da fábrica de rações e abre 33 vagas de emprego

Produção mensal já chega a 28 mil toneladas e cooperativa projeta ampliar faturamento nos próximos meses

Languiru retoma operação 24 horas da fábrica de rações e abre 33 vagas de emprego
Unidade voltou a operar em ritmo contínuo para aumentar eficiência e reduzir custos operacionais
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A Cooperativa Languiru retomou a operação em regime de 24 horas da fábrica de rações, com atividades de segunda a sexta-feira. O anúncio foi feito pelo presidente liquidante da cooperativa, Paulo Roberto Birck, que destaca o crescimento da produção e a abertura de novas oportunidades de trabalho na unidade.

Com a ampliação das operações, foram abertas 33 vagas de emprego para diferentes setores da fábrica. Destas, 12 seguem em aberto, principalmente para os cargos de auxiliar de produção, mecânico e eletricista industrial. Os interessados devem procurar diretamente o setor de Recursos Humanos da unidade.

Segundo Birck, a retomada do funcionamento contínuo foi necessária para garantir eficiência operacional e melhor aproveitamento da estrutura industrial.

Produção cresce após período crítico

Atualmente, a fábrica produz entre 800 e 900 toneladas de ração por dia, alcançando cerca de 28 mil toneladas mensais. A capacidade total da unidade é de 40 mil toneladas por mês.

Durante a pior fase enfrentada pela cooperativa, a produção havia caído para apenas 2 mil toneladas mensais. “Operar com baixa capacidade tornava a atividade inviável economicamente, especialmente devido ao porte da estrutura industrial. Era prejuízo”, relata Birck.

Conforme o presidente liquidante, a retomada da operação contínua também permite redução de custos, já que a fábrica mantém a caldeira em funcionamento permanente, evitando desligamentos e reinícios constantes do sistema.

Faturamento pode chegar a R$ 6 milhões mensais

O faturamento atual da fábrica gira em torno de R$ 4 milhões por mês. A expectativa da cooperativa é ampliar este número para entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões mensais, impulsionada principalmente pelo crescimento da linha de ração comercial.

De acordo com Birck, o aumento da produção e da demanda tem consolidado novamente a viabilidade econômica da unidade.

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