Sicredi Integração RS/MG personaliza atendimentos de associados atingidos

ASSOCIATIVISMO PÓS-ENCHENTE

Sicredi Integração RS/MG personaliza atendimentos de associados atingidos

Frentes de atuação se dividem entre associados e comunidades. Flexibilizações, prorrogações de pagamentos, linhas de crédito e doações fazem parte das iniciativas

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Atualizado terça-feira,
21 de Maio de 2024 às 16:30

Sicredi Integração RS/MG personaliza atendimentos de associados atingidos
Foto: Assessoria de Imprensa/Divulgação

Não é só dinheiro, é ter com quem contar. O novo posicionamento do Sicredi é aplicado de forma concreta e real neste momento pós-enchente pelo qual passa o Rio Grande do Sul e as 11 cidades que integram a área de atuação da Sicredi Integração RS/MG no Vale do Taquari. Desde os primeiros dias da tragédia climática que assolou a região, a cooperativa de crédito se mobiliza para estar ainda mais próxima dos associados, buscando resolver caso a caso as necessidades diversas apresentadas. E para atender de forma ampla, a Sicredi Integração RS/MG definiu duas frentes: associados e comunidades.

Via SMS e Whatsapp foram encaminhadas mensagens a todos os associados para identificar o que precisavam de ajuda. Mais de cinco mil retornaram com algum tipo de demanda, as quais receberam atenção de forma personalizada. “O que buscamos foi dizer ‘estamos aqui, contem com a gente’. E as pessoas nos retornaram não só com pedidos, mas também com agradecimentos, sensibilizados pela nossa forma de agir”, destacou o diretor de negócios, Fabrício Diedrich.

O entendimento de que as necessidades não são todas apenas de crédito conduziram o trabalho direcionado para as demandas. Em termos de prorrogações, foram 370 solicitações atendidas, representando R$ 51 milhões em saldos prorrogados.

No que se refere ao agronegócio, onde tem leis governamentais que enquadram as prorrogações, essas foram imediatamente priorizadas por terem juros subsidiados, totalizando até o momento 273 parcelas e mais de R$ 3,3 milhões. Em outra área, que abrange empresas que renegociam dívidas de operações contratadas através do BNDES Refin, o valor se aproxima de R$ 8 milhões considerando as parcelas que teriam vencimento em maio.

A Sicredi Integração RS/MG também criou uma linha de crédito com condições diferenciadas para quem foi impactado de forma direta, oferecendo prazos adequados à cada situação. Da mesma forma, a cooperativa se preocupou com os associados com dificuldade no pagamento da fatura do cartão de crédito, viabilizando o parcelamento com juros menores para não aumentar o nível de endividamento.

“Nossa estratégia em todas as situações é tentar facilitar, tirar a burocracia e agilizar soluções. É um trabalho que será contínuo, o qual está longe de ser finalizado porque é importante um acompanhamento. É importante ouvir o que as pessoas passaram, ser alguém para confortar e também apresentar alternativas ou aconselhar de forma a minimizar os riscos”, afirmou Diedrich.

Solidariedade

A solidariedade é parte fundamental do trabalho realizado desde o começo de maio. Além de garantir a segurança dos colaboradores e prestadores de serviços, a preocupação inicial foi servir de apoio para o que os moradores das comunidades atendidas mais precisavam, desde água para beber até a internet. Conforme a diretora executiva, Graziela Reis Bogorni, “o empenho de todos os colaboradores está sendo fundamental e exemplar, seja nas tarefas internas ou no voluntariado que é tão importante”.

Ela explica que através de um comitê interno, e com uma rede de contatos estabelecida nos 11 municípios, a Sicredi Integração RS/MG auxilia as comunidades. As doações de alimentos e produtos de higiene recebidas através de um movimento coletivo com outras cooperativas são direcionadas a quem precisa, bem como já estão em análise os casos de instituições que necessitam de recursos financeiros, como é o caso da segurança pública, saúde e educação. Para fortalecer essas ações, as doações voluntárias via Pix podem seguir sendo feitas para o e-mail ajuders@sicredi.com.br .

 

Os mantimentos, que chegam de Minas Gerais e de vários cantos do Brasil, são alocados num amplo pavilhão e destinados às localidades que mais precisam. A diretora de operações, Liviane Bald, também destaca o esforço no restabelecimento rápido do atendimento nas agências, já que quase todas foram afetadas. A que mais sofreu impacto foi a de Cruzeiro do Sul, mas também já está em operação, “A gente sabe o que associado precisa e queria estar pronto para ajudar. Estávamos sem comunicação e isso foi algo que conseguimos resolver em alguns locais, sendo fundamental para muitas famílias”, avaliou. Todas seguirão abertas e próximas dos associados, buscando identificar as novas necessidades que esse período de reconstrução vai exigir da população, entidades e empresas. “Reforçamos que estamos à disposição, que os associados procurem as agências para que possamos auxiliar nas reivindicações de cada um”, finalizou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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