Recuperação total da RSC-287 deve levar um ano, projeta concessionária

Caos logístico

Recuperação total da RSC-287 deve levar um ano, projeta concessionária

Trecho de Vila Mariante, um dos mais afetados, deve ter liberação parcial na primeira semana de junho, enquanto a obra definitiva dos cinco quilômetros só deve ser concluída no segundo semestre

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Recuperação total da RSC-287 deve levar um ano, projeta concessionária
Foto: Renan Zarth/Terra FM
Estado
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Rodovia castigada com as enchentes do começo deste mês, a RSC-287 passa por obras emergenciais para restabelecimento das ligações entre cidades. A concessionária Rota de Santa Maria estima que a recuperação total da estrada, desde Tabaí até Santa Maria, deve levar pelo menos um ano.

As ações foram detalhadas na manhã desta segunda-feira, 20, durante apresentação à imprensa, em reunião virtual. Conforme o diretor geral da concessionária, Leandro Conterato, a RSC-287 deve ser reconectada de forma provisória em junho, o que inclui a conclusão de obras emergenciais no trecho de cinco quilômetros de Vila Mariante, em Venâncio Aires, um dos mais destruídos.

“Tivemos seis quilômetros de rodovias com destruição total ou parcial da estrutura, além de uma dezena de pontos com erosões nas cabeceiras das pontes. Não temos um prazo exato, mas contarmos com a rodovia reconstruída de forma definitiva é algo que pode levar um ano”, pontua. Também não há uma projeção estimada do aporte necessário para as intervenções.

Ponte resiste

Assim como a ponte sobre o Taquari na BR-386, a estrutura existente na 287, em Vila Mariante, que também passa pelo rio, resistiu à enchente histórica. Segundo Conterato, ainda que as águas tenham atingido níveis elevados, os danos foram menores e não comprometem as condições de trafegabilidade.

“Ficamos com receio grande quanto à integridade estrutural. Monitoramos, acompanhamos a situação e, assim que a água baixou, levamos equipe de engenharia especializada. Após avaliação de toda a estrutura, felizmente não foi detectado qualquer comprometimento e, logo, foi liberada ao tráfego local”, destaca.

No entanto, o trecho de cinco quilômetros antes da ponte apresenta danos severos. O restabelecimento será feito por etapas. “A obra definitiva deve levar em torno de sete meses. Uma alternativa de execução, de aterro com pedras, pode diminuir para até cinco meses. Já a liberação emergencial do tráfego, por meio de obra provisória, deve ocorrer na primeira semana de junho”.

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