Estrela prevê nova Emef Leo Joas no bairro das Indústrias

EDUCAÇÃO PÓS-ENCHENTE

Estrela prevê nova Emef Leo Joas no bairro das Indústrias

Após estrutura ser destruída pela enchente, a ideia é manter unidade na mesma região adequando projeto para construção de escola modular

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Estrela prevê nova Emef Leo Joas no bairro das Indústrias
Foto: Karine Pinheiro
Estrela
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Com as atividades escolares retomadas normalmente nas unidades não atingidas ou danificadas pela enchente, inclusive com transporte escolar desde a semana passada, algumas permanecem suspensas como é o caso da Escola Municipal de Ensino Fundamental Leo Joas, que teve estruturas destruídas pelas forças das águas. São quase 600 alunos prejudicados na maior escola localizada no bairro das Indústrias.

Conforme Elisângela Mendes, secretária de Educação de Estrela, a Leo Joas não oferece mais condições de segurança para atender as crianças. Por conta disso, uma área no mesmo bairro está sendo estudada para que nova unidade possa ser erguida. Neste momento, a prefeitura e secretaria trabalham na captação de recursos e busca por parceiros públicos e privados para iniciar as obras o mais breve possível.

Para que os alunos não percam muitas aulas, Elisângela reforça que, provisoriamente, está sendo organizado um roteiro de transporte que levará os alunos para a Emef Odilo Afonso Thomé com reorganização de espaço, atendimento presencial com os colegas e professores da Leo Joas. “Um espaço que é possível neste momento, seguro onde as crianças poderão ser atendidas. Os ajustes estão sendo feitos com adequação, compra de mobília para logo retomar as atividades.”

Além disso, está sendo feito um mapeamento dos alunos para saber onde estão morando, se permanecem no município, se estão em abrigos ou em outras regiões para que possam ser realocados para unidades mais próximas de onde estão e não prejudicar o ano letivo.

Elisângela destaca que um trabalho será feito de acolhimento a essas crianças, pois muitas sofreram traumas e o município vai disponibilizar especialistas para atender essas demandas.

“Tratar de assuntos como as enchentes devem fazer parte do cotidiano e incluir esses temas para dentro das escolas, fazer parte da grade curricular, principalmente, dos municípios atingidos pelas cheias”.

Escolas modulares

Com projeto de construção de quatro novas escolas no município, no momento, Elisângela reforça que a ideia é a construção de escolas modulares já que seis foram atingidas pela enchente.

“O debate avançou bastante e estamos desde o dia 2 de maio trabalhando nisso, encaminhando toda documentação necessária para o governo federal e, tenho dito, que para o município e para a Educação é a construção de escolas modulares, esse é o projeto que melhor se encaixa neste momento. Vamos trabalhar dia e noite até que consigamos resolver todas essas questões. As famílias e nossas crianças podem ter certeza de que não descansaremos até que todas as crianças estejam de volta em ambientes seguros e adequados com as condições necessárias.”

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