“Não sabemos para onde ir”

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“Não sabemos para onde ir”

Famílias nos abrigos de Lajeado perderam tudo o que tinham e buscam alternativas para recomeçar

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“Não sabemos para onde ir”
Percival e a esposa deixaram o lar antes da água chegar e buscaram abrigo no ginásio
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Os moradores de Lajeado que estão abrigados no ginásio do bairro Conservas comemoraram a volta da energia elétrica no local. O abrigo ficou cinco dias sem luz e, nesta semana, um gerador foi instalado no espaço.

Um dos alojados é Percival Gaspar dos Santos, morador do bairro, que teve a casa inundada pelo rio. Ele comemorou o restabelecimento da luz. “Agora tem até uma televisão para ver as notícias”, cita.

Ele, assim como muitos, perdeu tudo o que tinha. É a terceira enchente que enfrenta. “Vamos ficar vários dias aqui, não sabemos para onde ir. Coloquei as coisas na casa do vizinho de cima, mas a água chegou igual, perdemos tudo. Não temos mais nada além da roupa do corpo e do carro”, conta. Percival e a esposa deixaram o lar antes da água chegar e buscaram abrigo no ginásio.

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