Livro Destemidos retrata a evolução do cooperativismo

Segunda edição

Livro Destemidos retrata a evolução do cooperativismo

Obra literária é idealizada pela cooperativa Dália. Lançamento ocorreu na Univates

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Atualizado sábado,
27 de Abril de 2024 às 07:31

Livro Destemidos retrata a evolução do cooperativismo
Foto: Felipe Neitzke
Vale do Taquari
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O livro “Destemidos – O Espírito Cooperativista dos Probos de Rochdale ao Empreendedorismo Neocooperativista da Dália Alimentos”, chega à segunda edição. Lançamento nessa sexta-feira, 26, contou com autoridades, estudantes e líderes ligados ao cooperativismo.

Produzido em comemoração aos 70 anos da Dália, foi escrito por Tânia Tonet (In memoriam) e Charles Tonet, pesquisadores da Serra Gaúcha.

A obra conta a história da cooperativa até o ano de 2022 e, também remonta a imigração italiana e alemã para o Brasil, além de abordar os conceitos do cooperativismo.

A publicação retrata a evolução histórica do cooperativismo, desde os primórdios, em Rochdale, Manchester, na Inglaterra, até agora, com o início do modelo de empreendedorismo neo cooperativista e o futuro do mesmo.

Mostra, ainda, a contribuição deste modelo de gestão, trazido pelos imigrantes ao nosso país, para o desenvolvimento da comunidade regional. O autor resgata a história da cooperativa Dália como um case do cooperativismo no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. A luta dos imigrantes desbravadores e o papel dos seus descendentes neste legado cultural. A primeira edição desta obra foi impressa em 2017.

Viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, o livro Destemidos – 2ª edição revisada e atualizada – é uma realização da Affecto Assessoria e Produção Cultural. A obra conta com o patrocínio da Fasa, Baldo, Bremil, Cargill, Girando Sol, Docile e Diamaju. O financiamento é do Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

Foto: Felipe Neitzke

Foto: Felipe Neitzke

Sobre o título

A definição por Destemidos simboliza a saga dos produtores rurais que ao longo das décadas trabalharam para estruturar a Dália. Segundo o presidente executivo Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, se não fossem destemidos, não teria alcançado o patamar atual.

“O livro teve muita emoção. A Dália assim como muitas empresas é um organismo vivo. Estamos sempre em altos e baixos, lutando. Se não tem emoção, não tem pegada”, comenta Freitas.

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