“Costumamos julgar com a verdade que achamos ter”

ENTRE ASPAS

“Costumamos julgar com a verdade que achamos ter”

Conforme Renata Galiotto, há diversas formas de destruir uma pessoa, mas a principal é a língua. E a arma de defesa que devemos usar é o silêncio

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“Costumamos julgar com a verdade que achamos ter”
Renata Casagrande Galiotto (Foto: Arquivo/A Hora
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Na primeira participação do ano no programa Frente e Verso, a comentarista Renata Galiotto sugere um pensamento para deixar na mente em um ano que deve ser intenso.

Conforme ela, falamos de pessoas e da vida delas. Muitas vezes, o que ouvimos acabamos repassando sem saber se aquela informação realmente é verdadeira. “Costumamos julgar com a verdade que achamos que temos”. Essa atitude impensável pode causar sérias consequências. “Jogamos no lixo o nome, a vida e a reputação daquela pessoa.”

Após uma análise em relação a esse assunto, Renata mudou a sua forma de pensar e agir. “Toda vez que vou falar penso. Será que isso que é a verdade? Isso me fez falar menos e pensar mais. Acabamos sendo vítimas de julgamentos, que as pessoas acreditam ser verdade.”

Renata deixa uma dica para este novo ano: “Vamos analisar melhor. Receber uma notícia e, antes de repassar, verificar se aquilo em relação aquela empresa ou pessoa realmente é verdade. Não temos direito de acabar com a imagem, a reputação de uma pessoa por não buscar saber a veracidade daquela informação”.

Acompanhe a entrevista na íntegra

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