É um pássaro, é um avião? Não, é um “Super Velhinho”

Opinião

Filipe Faleiro

Filipe Faleiro

Jornalista

É um pássaro, é um avião? Não, é um “Super Velhinho”

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No alto do Morro do Paraglider, em Roca Sales, homens com mais de 60 anos desafiam o medo e se aventuram em um esporte radical. Edição do fim de semana do A Hora descreveu parte da aventura de Cristiano Horn,74, Lauri Wendt, 71 , e Ricardo Dapont, 63.

LEIA A REPORTAGEM:

Ver os “super velhinhos” decolar nos mais de 430 metros acima do nível do mar contrasta demais com a imagem tradicional dos aposentados. Trata-se de uma mudança sintomática na qualidade de vida e longevidade.

Conversei com o médico cardiologista, precursor da neurolinguística no RS, Nelson Spritzer. Muito curiosa a análise dele, que inclusive não foi para a reportagem do impresso. “Essa geração de maduros está fazendo coisas que não teve como fazer como jovem. Estavam concentrados no trabalho.”

Foto: Filipe Faleiro

Bem por aí. Quando falamos com os velhinhos voadores, nenhum jamais tinha feito qualquer esporte de aventura. Foi na aposentadoria que começaram. Agora, vamos pensar na turma de hoje.

O que as gerações mais novas fazem hoje que é diferente do passado? Eu não duvido que o excesso de telas, de interações digitais, não provoque um efeito contrário na maturidade. Quando olharem para trás, vão ter visto que não viveram o presente. E a necessidade seja se reunir com as pessoas olho no olho.

Outra coisa, talvez os 60+ de agora serão os 80+ de amanhã. Isso é bem provável, visto o aperfeiçoamento da Medicina.

Xadrez das entidades

O ano começa com movimentos nos tabuleiros dos líderes de associações e conselhos da região. A principal representação empresarial, a CIC-VT, terá a saída de Ivandro Rosa após quatro anos.

Como se trata de uma função voluntária, a construção da próxima diretoria é por indicação de líderes envolvidos na câmara setorial. A primeira tentativa, de Adelar Steffler, esbarra no excesso de atividades do presidente da Valelog.

Nunca desde a criação da entidade, em 2005, um presidente de associação municipal também foi o representante regional. Hoje Adelar Steffler é presidente da Acisam (de Arroio do Meio) e pretende continuar à frente da entidade por mais um ano.

O plano B recai sobre o ex-presidente da Aci-E (Encantado), Álex Herold. Atual diretor jurídico da Univates, só aceita em caso de aval positivo da universidade. Resposta prevista para a próxima segunda-feira.

De quem é a criança?

Reportagem do A Hora publicada na terça-feira trouxe ruído entre os líderes. O ex-reitor Ney Lazzari, atual presidente da Fuvates, atribuiu a Univates como principal responsável pelo nascimento da CIC-VT. Dentro da Acil (Associação empresarial de Lajeado), há diretores que discordam.

O primeiro presidente foi o economista Oreno Ardêmio Heineck. Atuava como vice-presidente de Integração Regional da Acil e era consultor da Univates em 2005, ano de criação da CIC-VT.

Talvez o ruído tenha sido um engano. Pois o Codevat, esse sim surgiu dentro da Univates. Agora a CIC-VT, tem até mesmo uma placa na frente da Acil sobre o escritório da câmara regional.

 

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