Jardim do Acolhimento recebe R$ 5 milhões  para início das obras

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Jardim do Acolhimento recebe R$ 5 milhões para início das obras

Serão mais de 30 mil metros quadrados que antecedem a chegada ao Cristo Protetor. O ambiente conta com espaços de contemplação, convívio e playground, com passagens de fauna, passarelas elevadas de apreciação e mirante

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Jardim do Acolhimento recebe R$ 5 milhões  para início das obras
Projeto está dividido em três etapas e deve ficar pronto até o final de 2023. Crédito: Divulgação
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Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

A  administração municipal recebeu, por meio de emenda da bancada gaúcha dos deputados, R$ 5 milhões para construção do Jardim do Acolhimento. O espaço público, idealizado pelo governo municipal, será construído no trajeto que antecede a área do Cristo Protetor. Conforme o gestor de Desenvolvimento, Eder Boaro, a obra deve iniciar em breve e ficar pronta até o final de 2023.

O Jardim do Acolhimento vai ocupar o espaço de mais de 30 mil metros quadrados que antecede à chegada ao monumento. Ele conta com espaços de contemplação, convívio e playground, com passagens de fauna, passarelas elevadas de apreciação e mirante.

O projeto está dividido em três partes: Braços que abraçam (entrada), Braços que contemplam (central) e Braços que cuidam (próximo ao Cristo). A primeira parte conta com pórtico de entrada, informações turísticas e de apoio. O espaço central compreende áreas verdes com espaços de estar.

Conforme especificações do projeto, “a inspiração para esse espaço será o estímulo aos sentidos de observar o ambiente, de ouvir os sons da natureza, de sentir na pele a temperatura e experimentar novos gostos e perspectivas de relação do homem com a natureza”.

Já mais perto do Cristo Protetor, com o intuito de proteger a natureza do entorno, o local terá mirantes e passarelas. Segundo Boaro, não será possível entrar no local de carro. A influência para esse espaço parte da presença das três araucárias, espécie característica do ecossistema da Mata Atlântica, que possuem uma copa em formato de cálice. Todas as árvores do local vão ser mantidas.

“Esse projeto contempla a integração entre a fé, a espiritualidade, a natureza e a grande obra arquitetônica construída pelo homem”, reforça o gestor. O projeto é desenvolvido pelos arquitetos Leila Schaedler, Vanessa Hilgert e Gabriel Gallina e a doutora em planejamento urbano, Cristina Schneider.

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