“O projeto abre muitas portas e amplia nossa visão de mundo”

ABRE ASPAS

“O projeto abre muitas portas e amplia nossa visão de mundo”

Estudante do quinto semestre do curso de Jornalismo da Univates, Eduarda Lima Severo, 20, retornou, há poucos dias, de uma enriquecedora experiência no Geração Futura. Moradora de Carlos Barbosa, e apaixonada pela comunicação, se encantou pela produção audiovisual durante a participação no projeto. Também destaca a experiência obtida a partir do convívio com diferentes culturas

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“O projeto abre muitas portas e amplia nossa visão de mundo”
acervo pessoal

Como surgiu a oportunidade de participar do Geração Futura?

Por ser promovido pelo Canal Futura, as inscrições são destinadas a dezenas de universidades parceiras espalhadas pelo país. A Univates é uma delas, e na instituição nós somos constantemente incentivados pelos professores a participar de iniciativas como essa. Acompanhei estudantes em anos anteriores e isso me inspirou a tentar a inscrição, que se baseia no envio de um vídeo e a realização de uma análise crítica de um dos programas do Futura. Felizmente eu fui uma das 42 pessoas selecionadas para essa edição, a maior desde o início do projeto.

De quais atividades que você participou e o que mais te chamou atenção na programação?

Tivemos oficinas sobre todas as etapas envolvendo audiovisual – roteiro, formato, direção, direção de fotografia, trilha sonora, edição, direitos autorais – tudo isso sendo passado para a gente por profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação. Muitos encontros abordam questões sociais, como inclusão e diversidade, já que o Futura e a Fundação Roberto Marinho dão bastante importância para isso. O maior destaque é o momento em que gravamos nosso minidocumentário. Todos os anos é definido um grande tema e nessa edição foi “Os Sons do Rio”. Dentro disso, cada grupo definiu uma abordagem. No meu caso, contamos a história de um espaço que trabalha com aulas de música e musicoterapia. Foi uma experiência muito interessante.

Um dos grandes diferenciais deste projeto é a troca de experiências e a convivência com pessoas de diferentes culturas e regiões. Como foi esse convívio?

O convívio sem dúvidas proporciona algumas das melhores experiências durante o Geração. Quase todos os estados do país estavam representados no projeto e é muito divertido e interessante observar a mistura de sotaques, culturas e tradições. Para mim, que nunca havia saído do Sul, foi um processo de troca bastante enriquecedor.

O que dá para tirar do Geração Futura em relação ao seu futuro pessoal, acadêmico e profissional?

O projeto abre muitas portas e amplia a nossa visão de mundo. Do ponto de vista profissional, retornei com vontade de me envolver ainda mais com o audiovisual, porque achei a área extremamente interessante, importante e dinâmica. Pelo lado acadêmico, a imersão me fez ter ainda mais energia pra seguir no jornalismo, e claro, quero passar o conhecimento e a experiência para outros colegas e continuar incentivando a inscrição dos estudantes da Univates. Pessoalmente, sinto que voltei diferente, cheia de ideias para desenvolver dentro do audiovisual. Além disso, ao longo dos 15 dias a gente cria contatos para a vida, o que é muito gratificante.

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