Padre que atuava em Mato Leitão é condenado a 21 anos por estupro

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Padre que atuava em Mato Leitão é condenado a 21 anos por estupro

Religioso da diocese de Santa Cruz do Sul é acusado de praticar o crime contra adolescentes que seriam familiares

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Atualizado sexta-feira,
12 de Janeiro de 2024 às 17:38

Padre que atuava em Mato Leitão é condenado a 21 anos por estupro
Foto: Arquivo A Hora
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

O padre Carlos André Mueller, 57, foi condenado a 21 anos, um mês e cinco dias de reclusão, pela Vara Judicial de Vera Cruz, por estupro de vulnerável.

De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), o religioso, que atuou na Paróquia Santa Inês, em Mato Leitão, é acusado de praticar o crime contra adolescentes que seriam familiares, entre os anos de 2011 a 2021, em visitas à Vera Cruz, cidade onde nasceu.

Os nomes das vítimas e as ações que Muller cometeu, foram mantidas em segredo em decorrência do Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA).

Em 2021 o pároco foi afastado das atividades na igreja, após a denúncia feita ao MP, na qual a investigação correu em segredo de justiça.

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A Diocese de Santa Cruz do Sul abriu um processo penal administrativo contra as ações do padre. A Santa Fé – jurisdição eclesiástica da Igreja Católica, em Roma, na Itália – já foi notificada e dará entrada a um processo de investigação canônico. Apesar da condenação, Muller teve o direito de recorrer em liberdade.

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