Pacto Lajeado Pela Paz: meta é alcançar mais bairros em 2024

ENTREVISTA | FRENTE E VERSO

Pacto Lajeado Pela Paz: meta é alcançar mais bairros em 2024

Projeto vai iniciar trabalhos nas empresas, com treinamentos aos colaboradores, e integração às famílias para desenvolver a educação parental

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Atualizado quinta-feira,
04 de Janeiro de 2024 às 10:51

Pacto Lajeado Pela Paz: meta é alcançar mais bairros em 2024
Coordenadora do projeto, Tânia Rodrigues, e o secretário de Segurança Pública de Lajeado, Paulo Locatelli (Foto: Pedro Rodrigues)
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Resultados do programa Pacto Pela Paz e ações previstas para o projeto em 2024 foram assuntos do programa Frente e Verso desta quinta-feira, 4, que contou com a presença da coordenadora do projeto, Tânia Rodrigues, e o secretário de Segurança Pública de Lajeado, Paulo Locatelli.

De acordo com Tânia, a novidade para este ano será a implantação do programa “família na roda”. “Dialogar com as famílias, a chamada educação parental, levar a paz, como se relacionar dentro do ambiente familiar, levar para outros ambientes e evitar conflitos, proporcionando um ambiente agradável de se conviver”, descreve.

Além disso, o projeto deve iniciar trabalhos dentro das empresas privadas, oferecendo treinamentos com os colaboradores. “A partir desse atendimento, não inclui somente o jovem na empresa, no trabalho, mas proporcionar um acompanhamento. Tivemos 40 jovens em situação desafiadora e inseridos no mercado de trabalho com atendimentos especializados que faz toda a diferença não somente na vida deles, mas no contexto familiar”.

Ela destaca, ainda, que o trabalho realizado em rede, que envolve saúde, assistência social e município, precisa dialogar sobre a comunidade, escola e onde esse jovem está inserido.

Para este ano, segundo a coordenadora, a principal meta do projeto é alcançar bairros ainda pouco atuantes, mais distantes do centro. “Queremos ir até o local e fazer, ampliar a divulgação nas comunidades. Fortalecer ainda mais o pacto através da escuta e do diálogo”.

Polícia comunitária

O projeto envolveu seis policiais civis que foram em mais de 20 escolas do município e do estado, tratando o lado socioemocional de mais de dois mil alunos impactados. “No Proed, 1,6 mil alunos formados, no Bombeiros Mirim, foram 250 estudantes e a escolinha de trânsito com 80 atividades ao longo de 2023”, revela Locatelli.

Ele reforça que não se faz segurança pública sem a polícia, mas não só com a polícia. “Potencializar a prevenção não só no eixo da prevenção, mas junto à força da aplicação da lei”.

Guarda Municipal

Conforme Locatelli, a cidade conta com quase 100 mil habitantes e as ocorrências estão acontecendo, os números aumentaram, mas a quantidade de ocorrências que deixam de ser atendidas por falta de efetivo das forças de aplicação da Lei esse efetivo a mais, com poder de polícia pode ajudar.

“Fizemos 41 operações integradas ao longo de 2023, junto com o trânsito, contamos com os fiscais da Fazenda, do Meio Ambiente. O que acho importante é, coloca para votação e se não for de interesse, vamos respeitar, assim como tem pessoas que não concordam”, opina.

Sobre garantir segurança à população nas ruas, ele diz: “A sensação de segurança se aumenta com câmeras, com videomonitoramento, mas a segurança se aumenta com efetivo, com a presença humana da força policial.”

Assista a entrevista na íntegra 

 

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