Reunião com o governo do Estado pode definir futuro de escola Antônio de Conto

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Reunião com o governo do Estado pode definir futuro de escola Antônio de Conto

Instituição de ensino teve vários danos pela enchente. Comunidade busca reabertura do local

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Reunião com o governo do Estado pode definir futuro de escola Antônio de Conto
Diretora Vanessa Gianezini segura em suas mãos um quadro do educar Antônio de Conto, um dos itens que conseguiram salvar na enchente. (Foto: Matheus Giovanella Laste)
Encantado

Duas escolas estaduais de Encantado podem ter novidades importantes em breve. Segundo a secretária de Educação e Cultura Stéfanie Casagrande, a administração solicitou a municipalização da Escola Estadual de Ensino Fundamental Padre Domenico Vicentini para que a Emei Pingo de Gente possa permanecer ali em 2024. Os alunos da Emei já ocupam parte do espaço devido aos estragos gerados nas últimas cheias. A situação na Escola Estadual de Ensino Fundamental Antônio de Conto também pode ganhar novos desdobramentos a partir da próxima semana.

Programado para dia 21 de dezembro, um grupo de Encantado com o prefeito Jonas Calvi, secretária Stéfanie e a diretora da escola, Vanessa Gianezini, irá se reunir com a secretária de Educação do Estado, Raquel Teixeira, para tratar especificamente do educandário localizado no Bairro Jacarezinho. Conforme Vanessa, as expectativas são todas as possíveis. “Queremos saber qual é a posição do governo quanto ao destino da escola. A comunidade escolar espera essa resposta”, salienta.

Atualmente os alunos da Antônio de Conto precisam se deslocar até a Linha Barra do Coqueiro, no interior do município, para continuar com as aulas. “Se o governo sinalizar que a escola terá que ser reconstruída em outro lugar, queremos a liberação para voltar para Jacarezinho enquanto tramitar a nova obra. É muito difícil a rotina na Barra do Coqueiro, especialmente por conta do deslocamento”, acrescenta Vanessa.

“Não queremos municipalizar essa escola e vamos trabalhar junto do Estado para a reerguemos novamente”, enfatizou a secretária Stéfanie. O apoio do governo municipal é um dos confortos enquanto aguardam resultados. “Tenho certeza que se for necessário, teremos o apoio da prefeitura e da comunidade escolar para colocar a escola em condições de funcionamento novamente”, complementa a diretora.

A enchente de setembro

Com a água tendo praticamente coberto a estrutura, os danos e prejuízos foram enormes. O Governo do Estado interditou o local após uma vistoria que estabeleceu que seria preciso realizar reformas na escola para o retorno dos alunos. Com isso, os 200 estudantes que frequentavam a instituição precisam se deslocar até a escola municipal Oswaldo Aranha (desabilitada em 2022), na Linha Barra do Coqueiro, distrito de Valdástico, para continuarem os estudos.

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