Obra de via principal da ERS-130 deve ser concluída até fim do ano

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Obra de via principal da ERS-130 deve ser concluída até fim do ano

Prefeito Marcelo Caumo afirma que atraso ocorre devido a adversidades. Se não for possível finalizar ainda em 2023, garante que poucas etapas ficarão para o próximo ano

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Atualizado quarta-feira,
06 de Dezembro de 2023 às 11:32

Obra de via principal da ERS-130 deve ser concluída até fim do ano
(Foto: Divulgação)
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

As obras da ERS-130, que envolvem vias marginais em trincheira estão em atraso. Prefeito Marcelo Caumo garante que a faixa principal da rodovia deve ser concluída até o fim do mês.

“A gente costuma dizer que o final do ano sempre é uma época em que se pretende colocar tudo em ordem. Neste ano praticamente eliminamos 60 dias de trabalho, por conta das demandas das enchentes”, destaca o prefeito, em entrevista ao programa Frente e Verso, da rádio A Hora, 102.9.

Ele diz que as situações adversas de 2023, além das adequações do projeto em decorrência do vigamento  justificam a demora da conclusão da obra na ERS-130. Por outro lado, Caumo garante que a previsão para o fim de dezembro é que o asfaltamento da via principal seja concluído.

“A colocação das vigas é um trabalho mais complexo. Agora está sendo feito o preenchimento das vigas com blocos de concreto, então vem o aterro e asfalto”. O prefeito ainda destaca a construção das rotatórias para finalizar as obras.

De acordo com ele, se não concluída em 2023, a ERS-130 ainda dependerá de poucas etapas complementares. Caumo afirma que a licitação da obra foi orçada em R$ 11 milhões, mas o projeto sofreu ajustes. Uma das preocupações era para que as a execução fosse feita para causar o menor impacto nas empresas. Ainda não há levantamento do valor final da obra.

Prédio do Daer

Caumo ainda diz que o governo terá novas conversas com a superintendência do Daer, que cedeu a sede ao município em troca das obras na ERS-130. A ideia é que o muro seja derrubado e parte do terreno utilizado para o alargamento da Travessa Schmidt.

“O projeto não é complexo de fazer, a etapa mais complexa é o deslocamento da rede de energia”. O objetivo do governo é vender o prédio para a iniciativa privada, em toca de obras públicas, a fim de estimular que mais pessoas se interessem pelo imóvel, e ele seja mais valorizado.

Assista a entrevista na íntegra 

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