Trajetória da Black Contabilidade mostra como uma profissional se torna uma empreendedora

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Trajetória da Black Contabilidade mostra como uma profissional se torna uma empreendedora

Fundada por Olavo Black, em 1996, empresa cresceu exponencialmente a partir de 2010, com virada de chave liderada por Graciela Ethel Black

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Atualizado terça-feira,
03 de Dezembro de 2022 às 16:33

Trajetória da Black Contabilidade mostra como uma profissional se torna uma empreendedora
Jornada de Graciela Ethel Black ilustra como uma profissional se torna uma empreendedora. (Foto: J. J. Silva)
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Empreender, por vezes, é a tradução de toda uma formação que leva para esse caminho. Contudo, empreender também é se adaptar e tornar uma profissão algo maior. Este é o caso da Black Contabilidade, fundada em 1996 por Olavo Black, mas transformada a partir de 2010 quando Graciela Ethel Black, filha que acompanhou o pai desde o início do negócio, assumiu a liderança da empresa.

Profissional com uma consolidada carreira bancária, Olavo aproveitou para iniciar em 1986 um escritório de contabilidade ao lado de alguns sócios. E foi neste cenário que Graciela cresceu: enquanto via o pai atender e se debruçar sobre os números, ela brincava com máquina de escrever e calculadora. “Nesta época, minha irmã dizia que queria ser professora e eu queria trabalhar em escritório”, conta.

Essa jornada a levou, em 1989, logo que concluiu o Ensino Médio no Colégio Evangélico Alberto Torres (CEAT), a ingressar numa graduação na área contábil, assim como já assumir um posto na empresa do pai. Até 1996, Graciela passou por todos os setores e compreendeu cada etapa do processo de trabalho. Desta forma, quando o pai decidiu reduzir a jornada de trabalho, sair do então negócio para começar outro, a Black Contabilidade, Graciela o acompanhou. 

No início, Graciela era mais uma funcionária. O tempo e o trabalho fizeram com que ela assumisse cada vez mais responsabilidades – no negócio e na comunidade. Enquanto o pai não era afeito a participar de entidades, ela sempre gostou do associativismo. Isso a fez se engajar em entidades empresariais e abrir portas.

“A partir do momento que tu começa a ver outros negócios, passa a conviver com outros profissionais, teu mundo passa a ser maior”, analisa.

Essa capacitação colaborou para que em 2007, quando o pai decidiu se aposentar, Graciela pudesse assumir o negócio. Porém, foi em 2010 que tudo realmente mudou. Após um outro sócio sair da empresa, ela compreendeu que era um momento de virada de chave, que havia chegado a hora de crescer e deixar de ser uma contadora para se tornar uma empreendedora. “Enquanto tu não tem foco no que quer, não funciona”, avalia.

Hoje, a Black Contabilidade é uma das referências do Vale, com clientes até em outros continentes. Além de ver o quanto os empresários compreenderam a importância dos contadores para a estratégia dos negócios, Graciela ressalta o quanto o empreendedor tem que ter foco e participar da vida da comunidade.

“Eu tenho que fazer coisas para a cidade e para a região como forma de devolver tudo que prosperei”, conclui, com a certeza que sua jornada empreendedora foi uma trajetória de transformação e conquista.

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Ouça o quadro na programação da rádio A Hora 102.9:

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