Amigos que vem e vão

Opinião

Bibiana Faleiro

Bibiana Faleiro

Jornalista

Colunista do Caderno Você

Amigos que vem e vão

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Atualizado segunda-feira,
27 de Junho de 2022 às 18:09

Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Eu tenho amigos que conheço a vida toda. Tenho amigos que estudaram comigo e se formaram no mesmo colégio. Outros que conheci na faculdade, em bares ou grupos sociais. Tenho amigos que converso todos os dias. Outros com quem troco mensagens uma vez por mês.

Tenho amigos que estão distantes. Seja por viverem em outra cidade ou mesmo país, ou por termos criado uma distância pessoal. Tenho amigos que são família. E familiares que são amigos. Tenho tudo e tenho nada mais do que o suficiente.

As amizades são mesmo assim. Diferente da paixão, elas vêm de fininho para preencher um momento e ficar pelo tempo que devem estar. Mas, às vezes, elas também vão embora da mesma forma com que chegaram, e deixam pinguinhos de saudade.

As amizades nos ensinam, e nos fazem crescer. Algumas duram com o passar do tempo, mesmo que de forma virtual. Mas quando o encontro acontece, é como se nenhum dia tivesse passado desde a última vez. Mas tem outras que acabam mesmo, e não deixam de ser mais do que lembranças.

Ainda há aqueles amigos que voltam a aparecer depois de anos. Ou outros que se conhecem há poucos dias, e já compartilham segredos.

Mas amigo, amigo mesmo, dá pra contar na palma da mão. E é esse tipo de amizade que traz segurança, e se mostra um bom lugar para descansar o coração pelo tempo que for. E não importa se durar um dia ou uma vida. Há amigos de todas as formas. Amigos que vêm. Amigos vão.


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