Dez motivos para Marcelo Caumo ser candidato a deputado em 2022

Opinião

Fernando Weiss

Fernando Weiss

Diretor de Mercado e Estratégia do Grupo A Hora

Coluna aborda política e cotidiano sob um olhar crítico e abrangente

Dez motivos para Marcelo Caumo ser candidato a deputado em 2022

Por

Lajeado

Está unificado o discurso de que o Vale do Taquari precisa vencer o histórico de desempenhos medíocres nas eleições estadual e federal. Ter deputados genuinamente locais passa a ser vital para o desenvolvimento e a consolidação de uma série de demandas estratégicas para a região.

Muito por isso, o Grupo A Hora coloca em sua grade editorial abordagens permanentes que põem o tema em evidência. Entrevistas com os coordenadores regionais dos partidos colocam uma lupa sobre a estruturação das candidaturas e quais estratégias cada um leva em consideração para definir os nomes de 2022.

Boas indicações já apareceram e ainda aparecerão. Emanuel Hassen de Jesus, o Maneco, será a aposta do PT. Jonatan Brönstrup deve ser do PSDB. Felipe Diehl do DEM. José Scorsatto do PDT. Paulo Kohlrausch ou Márcia Scherer pelo MDB, que tem em Rafael Mallmann um novo desejo. João Braun do PP. Ricardo Wagner do PTB. Douglas Sandri do Novo. Tiago Pedroso do PSD.E por aí vai a lista.

A grande expectativa é quanto à decisão de Marcelo Caumo. Prefeito da maior cidade do Vale, reeleito com expressiva votação – 29,7 mil votos – é a aposta do PP local e regional. Ainda que o nome de João Braun seja bem aceito, os líderes do partido entendem que Caumo concentra as maiores e reais chances de se eleger.

Ao fazermos uma análise sensata e realista, percebe-se que o prefeito lajeadense reúne as melhores características no momento. Isso não significa que os demais não possam se eleger. Pelo contrário. Tem vários bons e fortes nomes. Mas Marcelo Caumo goza de uma popularidade, visibilidade e aceitação acima da média, o que o coloca em vantagem sobre os demais.



Abaixo, listamos dez razões que sustentam uma candidatura de Caumo no próximo ano:

1º – Foi eleito e depois reeleito prefeito da maior cidade do Vale com expressiva votação.

2º – Foi o prefeito que teve a maior visibilidade e expressão pelas circunstâncias naturais da metrópole regional. Na maioria das vezes, assume protagonismo e lidera movimentos regionais importantes ao lado dos demais prefeitos, inclusive, se chocando com as determinações que vinham de cima;

3º – Um candidato a deputado que arranca com boa votação em Lajeado tem muito mais chances de conseguir votos suficientes do que aqueles que saem de redutos eleitorais menores;

4º – Seus cinco anos de mandato (ainda restam três) não têm mancha de corrupção, desvio ou falcatrua. Isso não quer dizer que sejam perfeitos ou que não tenha tido erros, pois têm vários.

5º – Ele é o nome mais forte e mais conhecido do PP regional, o que o coloca em vantagem para angariar votos também em outras cidades.

6º – Líderes de outros partidos da região (Celso Cervi do MDB, por exemplo, em entrevista à Radio A Hora) sustentam que Marcelo Caumo é hoje o nome mais forte para se eleger a deputado pelo Vale.

7º – Sua aparição e atuação nas redes sociais, especialmente as estratégias adotadas na pandemia, lhe deram visibilidade orgânica para além dos limites de Lajeado.

8º – Tem preparo técnico e político para defender as demandas locais na Assembleia Legislativa ou Câmara Federal.

9º – Tem habilidade em lidar com as críticas e astúcia para ouvir e construir projetos coletivos.

10º – O último ponto é a força do PP de Lajeado. Tem lastro, organização e história, com a chancela de nomes como Erni Petry, Claudio Schumacher e Carmem Regina, afora as entranhas nos distintos segmentos da sociedade local e regional.

Por tudo isso, só falta o sim de Marcelo Caumo. E o sim é uma decisão muito própria. Afinal, não é bem assim renunciar ao cargo do maior município do Vale para mergulhar numa eleição em nível estadual, ainda que as chances de êxito sejam reais e concretas. O que podemos afirmar é que não faltam razões para Caumo aceitar o desafio regional.

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