7 notícias: Bolsonaro sanciona lei que retira 90% da verba para ciência e pesquisa

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7 notícias: Bolsonaro sanciona lei que retira 90% da verba para ciência e pesquisa

Confira as notícias que são destaque na manhã deste sábado

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7 notícias: Bolsonaro sanciona lei que retira 90% da verba para ciência e pesquisa
Créditos: Marcos Corrêa/PR
Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta sexta-feira (15), a lei que reduz a quantia de R$ 690 milhões do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, que seria destinada ao financiamento de pesquisas e projetos científicos. Com o corte, a pasta perdeu cerca de 90% do seu orçamento. O valor será repassado para outros ministérios.

A mudança foi aprovada pelo Congresso a pedido da área econômica do governo federal.

Do montante total, R$ 34,578 milhões iriam para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e os R$ 655,421 milhões restantes seriam destinados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que apoia os programas e projetos prioritários de desenvolvimento científico e tecnológico nacionais.


Governo quer R$ 20 bi para energia a carvão

O plano do governo Bolsonaro de renovar o parque de usinas térmicas a carvão mineral, uma das fontes mais poluentes da matriz energética, prevê a injeção de R$ 20 bilhões nessas operações nos próximos dez anos. A questão é saber de onde sairá o dinheiro para financiar um negócio que encolhe em todo o mundo devido à urgência na redução de emissões de gases de efeito estufa. O BNDES, principal banco estatal de financiamento do setor, está fora dessa aposta, diz que só apoia energia limpa e que, até segunda ordem, não pretende colocar nenhum centavo naquele que é um dos principais programas energéticos do governo federal.

O Ministério de Minas e Energia (MME) afirma que a decisão do banco a respeito dos planos de renovação do parque de usinas térmicas a carvão, que anunciou em agosto, teria relação com a definição de “prioridades” de investimento, devido à “restrição de recursos” financeiros do banco. O Estadão questionou o banco sobre os planos do MME. O BNDES deixa claro que não se trata de falta de recursos, e sim da forma como encara o assunto.


RS avalia obrigatoriedade do retorno das aulas presenciais a partir de novembro

O Rio Grande do Sul avalia a possibilidade de tornar obrigatório o retorno às aulas presenciais das redes pública e privada a partir de novembro. A questão será tema da próxima reunião do Gabinete de Crise do governo do Estado, prevista para quarta-feira (20).

O assunto foi abordado pela secretária estadual da Educação, Raquel Teixeira, em entrevista à TV Bandeirantes. Na ocasião, ela afirmou que o Executivo estuda a publicação de um decreto para determinar o retorno obrigatório dos alunos à presencialidade, considerado o avanço da imunização contra Covid-19 no Estado.

Ação semelhante já foi adotada em São Paulo, onde a totalidade do ensino passará a ser presencial a partir desta segunda-feira (18).

Atualmente, as aulas em todos os níveis de ensino no RS ocorrem em modelo presencial e híbrido, respeitando a decisão de pais e estudantes que ainda preferem permanecer com aulas em modelo remoto, em função da pandemia.


RS tem a 6ª pior média de remuneração do ensino privado no Brasil

O Rio Grande do Sul ocupa a 22ª posição entre as médias salariais oferecidas a professores do ensino privado no Brasil, que variam de R$ 1.700 a R$ 5 mil, segundo levantamento realizado pela plataforma Catho e divulgado nesta sexta-feira (15), Dia do Professor.

Segundo o estudo, os estados que oferecem a maior média de remuneração atualmente são o Distrito Federal (R$ 5.167,64), Pará (R$ 4.341,34) e Maranhão (R$ 4.223,44).

A média no RS é de R$ 2.944,78.

O Rio Grande do Norte, por outro lado, é o estado que oferece a menor remuneração para os educadores, com uma média de R$ 1.798,51.


Famílias passam a respeitar mais professores na pandemia, diz pesquisa

Uma pesquisa feita com mais de 1,3 mil pais de alunos mostra que as famílias dos estudantes passaram a respeitar mais os professores na pandemia de covid-19. De acordo com o levantamento, 89% dos entrevistados reconheceram que os docentes têm um trabalho mais desafiador do que acreditavam antes do início da pandemia. A mesma fatia, 89%, também disse acreditar que, para dar aulas, é preciso mais preparo do que imaginavam antes da pandemia.

A pesquisa Educação Não Presencial na Perspectiva dos Estudantes e Suas Famílias foi realizada pelo Datafolha, encomendada pelo Itaú Social, Fundação Lemann e BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), entre os dias 13 de agosto e 16 de setembro de 2021, pelo telefone, com 1.301 responsáveis que responderam por um total de 1.846 crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos da rede pública, em todas as regiões do país.


Famurs defende autonomia de prefeitos para exigir passaporte vacinal, mas governo do RS reafirma obrigatoriedade

O passaporte vacinal, que entra plenamente em vigor na próxima segunda-feira (18) no Rio Grande do Sul, inaugura mais um capítulo de divergência entre governo do Estado e parte dos prefeitos gaúchos durante a pandemia. Pressionada entre os favoráveis e os contrários à exigência da vacinação, a Famurs, entidade que representa os municípios, propõe que cada prefeito possa decidir sobre o tema.

O porta-voz dos prefeitos, Eduardo Bonotto, busca equilibrar as opiniões dos seus representados. De um lado, defende com veemência o passaporte vacinal estabelecido pelo governo Eduardo Leite como estratégia de incentivo à vacinação. De outro, Bonotto alega que os prefeitos têm autonomia para aplicar ou não o passaporte vacinal.

Conforme o governo do Estado, contudo, não há margem para flexibilização municipal da regra e o passaporte vacinal deve ser respeitado nos 497 municípios gaúchos a partir de segunda-feira.


Número de roubos de veículos no RS é o menor da série histórica

Um dos crimes que mais impactam na sensação de segurança da população, o roubo de veículos teve nova redução em setembro no RS e se mantém no menor patamar de toda a série histórica de contabilização, iniciada em 2002. Foram 365 ocorrências, uma queda de 27,1% frente as 501 do mesmo mês no ano passado.

No acumulado desde janeiro, a redução é ainda maior, de 43,2%, passando de 6.540 casos para 3.713 na comparação de período deste ano com anterior. Os dados integram os indicadores criminais divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) nesta sexta-feira (15).

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