Central volta a tratar mulheres contra a dependência

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Central volta a tratar mulheres contra a dependência

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Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

Depois de quatro meses com atendimentos suspensos para mulheres, a Clínica Cen­tral de Lajeado voltou a aten­dê-las na manhã de ontem. Às 8h o presidente Adalgildo Brizola fez uma solenidade com os internos e funcioná­rios da casa. Duas mulheres confirmaram internação para o início da semana.

A ala estava fechada por­que o espaço físico foi apon­tado pela vigilância sani­tária como impróprio. Em setembro, em uma reunião entre vereadores de Lajeado e a diretoria da Central, foram feitas cobranças para que a clínica voltasse a atender mulheres. A promessa foi para um ano.a

Conforme Brizola, no iní­cio do mês a estrutura do lo­cal foi replanejada e em um dos quartos masculinos foi criada uma Unidade de De­sintoxicação (UD) para mu­lheres.

Nela há quatro camas, ba­nheiro e um fumódromo. Há também toda uma estrutu­ra técnica, como médicos e enfermeiros, para que elas fiquem acomodadas por oito dias, tempo necessário para serem transferidas para um quarto.

Na Central estão disponí­veis dez vagas femininas e 80 masculinas. O tratamen­to para dependência quími­ca é semelhante para os dois sexos, mas são feitos em lo­cais e momentos diferentes.

Segundo o presidente, há regras internas que exigem que homens fiquem separa­dos de mulheres dentro da clínica. No momento há 42 homens internados de di­versas regiões do país.

As próximas obras a se­rem inauguradas na Central são outras exigências da vigilância sanitária, como banheiros e acessos para ca­deirantes.

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