Participação popular prioriza o agronegócio

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Participação popular prioriza o agronegócio

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Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Foram definidas na noite de ontem, durante o Fó­rum Regional da Partici­pação, os 16 projetos que serão votados no dia 10 de agosto. A população poderá escolher quatro para receber recursos da Participação Popular Cida­dã (PPC), antes denominada Consulta Popular. Os projetos somam um valor de R$ 11,9 milhões.

O Conselho de Desenvol­vimento do Vale do Taquari (Codevat) estima que a região receberá investimentos pró­ximos de R$ 5,9 milhões em 2012. Todos os projetos foram discutidos e votados durante o ano, quando foram realizados seis encontros microrregionais em Encantado, Westfália, Cru­zeiro do Sul, Capitão, Fazenda Vilanova e Doutor Ricardo. Oito projetos são ligados ao agronegócio.

consultaDez áreas compõem toda a cédula. São elas: Ciência, Inovação e Desenvolvimen­to Tecnológico; Agricultura, Pecuária e Agronegócio; De­senvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo; Turismo; Meio Ambiente; Educação; Saúde; Habitação e Sanea­mento; Segurança Pública e Defesa Civil.

Depois da votação, haverá outro fórum organizado pelo governo do estado para discu­tir formas de repassar os re­cursos. Dois representantes da região foram escolhidos para participar deste encontro. O prefeito de Doutor Ricardo e presidente do Consórcio Inter­municipal de Saúde do Vale do Taquari (Consisa), Nilton Ro­lante, e o diretor do Hospital de Arroio do Meio, José Clóvis Soares.

Comunidade deve participar

Qualquer pessoa com tí­tulo de eleitor poderá par­ticipar da votação. A secre­tária executiva do Codevat, Cíntia Agostini reforça a importância da participa­ção da comunidade do Vale na escolha dos principais projetos. Ela lembra ainda que a maioria dos projetos é de obrigação do estado, e que a região precisa se preocupar com projetos li­gados ao desenvolvimento. “Cabe ao estado a preocu­pação com manutenção de escolas e compra de viatu­ras.” Nos último sete anos, 782 obras foram incluídas no orçamento do estado. Destes, 116 (14,8%) sequer têm projetos para definir o orçamento necessário.