Projeto de construção do paradouro está parado

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Projeto de construção do paradouro está parado

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Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

paradouroO local onde seriam construídos hotel, restaurante, lan­cheria, posto de combus­tível, lojas e uma indústria para lapidação de pedras está coberto pela capoeira. Conforme a administração há mais de 18 meses o projeto está paralisado. O investimento de R$ 5 milhões na construção de um paradouro numa área de 316 metros nas margens da BR-386 no quilômetro 327, em Picada Flor, poderá deixar de ser realizado. A negociação com os empre­sários que desejavam fazer o investimento foi iniciada no governo do ex-prefeito Deonilo Bazzo, em 2005.

O secretário da admi­nistração, Alécio Weizen­mann, disse que no atual governo não houve nenhu­ma negociação para colo­car o projeto em prática. “Talvez os empresários tenham repensado o in­vestimento depois da crise financeira que enfrentamos no ano passado. Depois que assumimos ninguém nos procurou para dar conti­nuidade as negociações”, observa.Weizenmann explica que a administração auxiliará para que o projeto possa ser executado. “Qualquer in­vestimento é bem-vindo e com certeza iríamos propor algum tipo de auxílio para ajudar os empresários”, destaca.

Saiba mais

Os investimentos seriam feitos por dois empresários da região. Um de Marques de Souza, Mirno Fucks, proprietário de uma transportadora com dez lojas distribuídas em todo o estado, e outro de Forquetinha, Adelsinho Welsba­cher. Num primeiro momento iriam ser gerados cerca de cem empregos diretos. O objetivo do complexo seria explorar o fluxo de veículos que dia­riamente passa pela rodovia que hoje pas­sa de 12 mil carros.

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