Casas serão reconstruídas

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Casas serão reconstruídas

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Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Uma boa notícia foi anunciada na sema­na passada para as famílias que tiveram suas casas destruídas pela enchente de janeiro. Com a liberação de recursos federais no valor de R$ 621.700,00 será possível reconstruir as 14 casas que foram danificadas pela força das águas. prejuízo

Conforme o prefeito Ricardo Rockembach, o valor será inves­tido na recuperação de estradas e na reforma e construção de pin­guelas. Será elaborado um pro­jeto para agilizar a reconstrução. As casas que serão construídas seguirão um padrão. A medida deverá passar por análise dos vereadores e logo após será iniciado o trabalho.

Após um pouco mais de dois meses da tragédia, os indícios da cheia ainda são visíveis por todos os lados. No entanto, a vida continua seu curso, e os moradores retomam suas roti­nas e trabalham para recuperar o que foi perdido.

Família deixará paiol

A família Mertz da localidade de São João foi uma das atingidas pela enchente e perdeu a casa. Desde então, Deorilde, 38 anos, o esposo e os filhos moram em um paiol. “Se fossemos para nós construir a casa não teríamos recursos. Será uma grande ajuda. Assim poderemos iniciar uma nova vida”, adianta.

O próximo passo será recuperar o galpão e as má­quinas que eram utilizadas para a produção de melado. “Era a nossa principal fonte de renda. O recomeço está sendo difícil, mas temos que tentar superar as dificuldades e seguir adiante”, desabafa.

Produção será retomada

O complexo de criação de suínos na localidade de Picada Felipe Essig de propriedade de Werne Kunz será reconstruída. Com a enchente o produtor perdeu 70% das instalações e o prejuízo passou de R$ 3,5 milhões. Eram criadas 1,1 mil matrizes, 3,4 mil suínos na creche e 2,8 mil leitões na maternidade. Hoje a produção está parada. Esta semana o produtor e o vice-prefeito Sér­gio Nied viajaram a Brasília em busca de recursos para au­xiliar na construção de novos prédios. O monitor Gustavo Stefler explica que uma nova área está sendo estudada para abrigar o complexo. “Não podemos parar. Vamos cons­truir novos prédios e voltar a produzir. Se recebermos ajuda do governo isso será bem mais fácil”, comenta.

Em Travesseiro os preju­ízos passaram de R$ 11.921 milhões.