Mercado reage, mas falta mão de obra

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Mercado reage, mas falta mão de obra

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Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

sapatosApós queda nas expor­tações, lucros baixos e desvalorização do dólar que desempregou milha­res de trabalhadores, a indústria enfrenta um novo problema, a falta de mão de obra. Hoje, o número de vagas é maior do que a de pessoas interessa­das em trabalhar nas fábricas. Apesar do setor estar reagindo, esse entrave pode prejudicar a recuperação, pois hoje a maioria das empresas está com déficit de funcionários e não consegue atender os pedidos de produção que o mercado oferece.

A realidade é vivenciada em Travesseiro, Marques de Souza e Forquetinha. Sobra trabalho e faltam trabalhadores. O gerente de produção do Atelier JC Cal­çados, Paulo Feil, de Travessei­ro, afirma que a falta de mão de obra preocupa. “Não temos como aumentar a produção, porque faltam pessoas para trabalhar. Hoje teríamos dez vagas para admissão imediata e não temos interessados”, aponta. Atualmente o atelier emprega 40 funcionários e produz diariamente 500 pares de botas.

A indústria de Calçados Bo­tero iniciou os trabalhos esta semana no município. São cerca de 200 funcionários inscritos. O início da pro­dução será com cerca de 30 funcionários no setor de corte e chanfração, ficando o restante para a segunda-feira na costura e montagem. O projeto da em­presa é ocupar todos os prédios, precisando de mais cem funcio­nários para atender a demanda de mercado. A produção inicial será cerca de 40 a 45 mil pares de calçados/mês.

Foto Giovane Weber

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