“Com um celular também é possível criar artes incríveis”

ABRE ASPAS

“Com um celular também é possível criar artes incríveis”

Atleta de futebol amador, Cleber da Silva, 29, atua como vendedor na cidade de Bom Retiro do Sul. A paixão pelo futebol o levou para a parte criativa e hoje produz materiais gráficos para jogadores amadores do Vale

“Com um celular também é possível criar artes incríveis”
Foto: divulgação

Como você começou a fazer artes no celular? Foi algo planejado ou surgiu de forma espontânea?

Começou no campeonato municipal de Bom Retiro do Sul de 2023, quando resolvi fazer uma arte para o Tanque, se não me engano no primeiro jogo da semifinal, e desde então ele me incentivou a continuar com as artes. Ele sempre me disse que eu tinha esse dom, e que eu tinha futuro nessa área.

Quais tipos de artes você costumava fazer no início? Algo mais voltado para o lazer ou já com foco em um público específico?

Eu costumo fazer artes mais voltadas para o futebol. Que é o que os clientes mais me pedem.

Houve algum momento em que você percebeu que essas criações podiam gerar uma fonte de renda? Como foi esse processo de descoberta?

No começo era mais por hobby do que visando algum lucro, mas com o passar o tempo, o meu interesse pelas artes aumentaram, comecei a fazer alguns cursos específicos para quem é designer mobile, e com o aperfeiçoamento nas artes, comecei a ver que poderia monetizar com os flyers.

Você sempre teve interesse por design ou artes visuais, ou foi uma habilidade que desenvolveu com o tempo?

Eu sempre achei legal as artes de match day que os jogadores postavam antes de seus jogos, e isso foi me levando a querer aprender como se cria esses materiais, aí descobri que não precisava de um computador, que com um celular também é possível criar artes incríveis.

O que você mais gosta no processo de criação das artes? Alguma parte do trabalho que te dá mais prazer?

Pra mim a melhor parte e fazer a blocagem das imagens, e usar a criatividade, por que como eu sempre digo, cada arte deve ser única.

Quais foram as maiores dificuldades que você enfrentou ao tentar transformar esse hobby em uma fonte de renda?

E uma área difícil de entrar, por que a maioria dos jogadores profissionais já estão sendo agenciados, aí eu pensei em criar a minha agência, e voltar para os atletas amadores da nossa região e também de outros estados. Na várzea a aceitação do projeto é de uma forma mais lenta, mas acredito que com o passar do tempo, vou conseguir levar meu trabalho mais para frente.

Para quem deseja seguir o mesmo caminho, você tem algum conselho sobre como começar a transformar um hobby em um negócio, especialmente utilizando as ferramentas que o celular oferece?

A principal dica é nunca desistir, colocar Deus no caminho, e sempre buscar aprendizado, por que sempre a coisas novas a se descobrir.

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