Natural de Arroio do Meio, o zagueiro Eduardo Brock foi o entrevistado desta terça-feira, 1º, do A Hora GreNal. Aos 33 anos, ele acabou de conquistar o título catarinense com o Avaí, em campanha onde foi capitão da equipe e cobrador do pênalti decisivo no jogo do título contra a Chapecoense.
O zagueiro chegou do Cerro Porteño, do Paraguai, no início da temporada para ajudar no projeto que visava o título catarinense e o retorno à Série A do Brasileirão.
Em um elenco experiente, que conta ainda com jogadores como Vágner Love, Clebão, Marquinhos Gabriel e Alef Manga, o zagueiro logo assumiu a braçadeira de capitão. “Já vim com intuito e convite para construir algo legal, uma equipe forte. Que teríamos de começar com título pois era importante para o clube e para a gestão do atual presidente. A torcida cobrava títulos, eram alguns anos sem ganhar o Catarinense”, diz.
O título catarinense foi conquistado sobre a Chapecoense, com empate em 1 a 1 no jogo da volta. O gol que valeu o título foi em um pênalti, convertido por Brock. “Fico feliz em poder ajudar, em especial com a questão do pênalti, que é um momento de assumir a responsabilidade mesmo. Eu tenho um chute forte, naquele momento encarei dessa forma. Cobrei com firmeza, seriedade”, destaca.
A taça conquistada fez o Avaí se tornar o maior campeão do Campeonato Catarinense, outro fato comemorado pelo zagueiro. “O mais importante é o título para o Avaí e se tornar o maior campeão de Santa Catarina. Agora viramos a chave para o nosso grande objetivo que é voltar à Série A do Campeonato Brasileiro.”
Entre outros assuntos, o zagueiro comentou ainda sobre a evolução da posição no futebol atual, a convivência com jogadores experiente como Vágner Love, a passagem pelo Cerro Porteño, do Paraguai, e o período no Cruzeiro logo após ser comprado por Ronaldo e se tornar SAF.