A CIC Teutônia promoveu nesta quinta-feira, a segunda edição do tradicional Almoço Empresarial em 2024. O evento ocorreu na sede da entidade e teve como tema “A importância da cultura da inovação nas organizações”.
A palestrante foi Maria Lúcia Griebeler, Psicóloga, Mentora de Líderes e Carreira, Escritora e Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas.
Em sua fala destacou que a pandemia acelerou o processo tecnológico nas relações empresas/pessoas, mas que inovação não é apenas nesse campo, mas na maneira como o empresário lida e trata os funcionários e parceiros.
Citou o desafio que é integrar os colaboradores nas empresas. “Temos um mundo mais ansioso, mais frágil, temos que cuidar como abordamos as palavras com as pessoas.”
Relatou que o papel do líder nas empresas é abrir caminhos. “Hoje a direção é para dentro, temos que olhar para as pessoas.”
Apresentou seis passos para a empresa adaptar a cultura da inovação. O primeiro é que os líderes precisam ter abertura mental/emocional para ouvir ideias. O segundo é ouvir com interesse genuíno para entender. O terceiro elencado é estar aberto para aprender no processo. O quarto é estar disposto a ser mais vulnerável. O quinto é abrir espaço para colaboração e por fim destacou o reconhecimento de novas ideias. “O maior desafio do líder é empoderar o ego do outro. Essa é a grande dor e dificuldade das pessoas, pois elas são vítimas das suas crenças e vivências”, afirma.
Falar finalizar citou os 4C’s da performance como competência do futuro empresarial. O primeiro foi o crítico, onde a pessoa olha para o problema/desafio de uma forma diferente e otimista.
O segundo é a colaboração, onde a empresa deve trabalhar em conjunto para alcançar os objetivos, como colocar talentos, dons, experiência, saberes ao serviço do trabalho.
O terceiro é a comunicação, onde os gestores devem partilhar pensamentos, questões, ideias e soluções. Por fim apontou a criatividade que é procurar abordagens para fazer coisas novas e diferentes.
“Precisamos continuar crescendo, pois o curso de você fazer errado é muito menor do que o custo de não fazer nada”, finalizou.