• Como e quando surgiu o projeto da “Kombihome”?
A ideia surgiu do meu desejo de conhecer lugares novos, aliado ao meu sonho de ter um motorhome. Então em setembro de 2019 comecei a busca por uma Kombi para transformá-la em “Kombihome”.
• Como a Kombi estava quando você a comprou?
Eu encontrei a Helena (como apelidei a Kombi) no quintal de uma oficina de chapeação, em outubro de 2019. Ela tinha alguns amassados na lataria, precisava de uma pintura e alguns reparos na parte mecânica, o que pode ser considerado até normal, uma vez que se trata de um veículo modelo 1991.
• O que precisou ser adaptado para ela virar a “Kombihome”?
As reformas foram feitas em diversas partes da Helena. Desde a parte mecânica, até o sistema elétrico e a lataria. Também fiz alterações na cor, que foi de toda branca para metade bordô e metade branca.
• O que falta ser feito?
Com as reformas já feitas, falta fazer a parte mais trabalhosa e que exige grande planejamento, que é a parte da mobília interna. Com isso, poderei chamá-la realmente de casa.
• O que a Helena significa pra ti?
A Helena representa o espírito da liberdade. É um sonho que estou tendo a oportunidade de tornar realidade.
• Qual é a viagem dos teus sonhos?
O meu sonho é poder fazer uma viagem passando por todos os estados do nosso país, podendo conhecer a diversidade cultural e a beleza natural do Brasil.
• Qual é a sensação de sair por aí em uma Kombi? Ela chama a atenção?
A sensação é maravilhosa! Quando utilizo a Kombi para me deslocar dentro da cidade, por onde ela passa as pessoas ficam olhando, e muito. Por isso, tenho a impressão de que estou dentro de uma nave espacial.