Calçados Beira-Rio abre 100 vagas de emprego em Santa Clara do Sul

MERCADO DE TRABALHO

Calçados Beira-Rio abre 100 vagas de emprego em Santa Clara do Sul

Diretor-presidente, Roberto Argenta, comemora expansão de atividades no Vale e cobra ações de intervenção em rios gaúchos

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Atualizado segunda-feira,
24 de Junho de 2024 às 15:00

Calçados Beira-Rio abre 100 vagas de emprego em Santa Clara do Sul
Vale do Taquari
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

A empresa Calçados Beira-Rio anunciou a abertura de 100 vagas de trabalho na unidade de Santa Clara do Sul. A maioria das oportunidades é para a linha de produção da fábrica que conta com 970 colaboradores.

Os interessados devem se dirigir até a sede da empresa na Rua Alberto Schabbach, 485, no Centro de Santa Clara do Sul. A admissão ocorre para público a partir de 16 anos. As contratações ocorrem de maneira emergencial, com início imediato dos colaboradores.

De acordo com o diretor-presidente da Calçados Beira-Rio, Roberto Argenta, o processo de busca por mão de obra é constante em todas as cidades em que a empresa atua, porém em Santa Clara a demanda é grande pelas marcas que são atendidas e devido ao volume de trabalho ter se mantido já que a estrutura não foi impactada pela enchente. A unidade é especializada em fazer os calçados da marca Modare, que vai muito bem e por isso existe grande demanda de trabalho. Além disso, estes processos de contratação envolvem treinamento e por isso são feitos constantemente”, explica o presidente.

Atingidas pela enchente, as unidades de Roca Sales e Igrejinha retomaram a produção. Ocorreram ainda auxílios financeiros para empresas que prestam serviço para a Beira-Rio de forma terceirizada.

Cobrança por dragagem
Ao mesmo tempo que absorve os prejuízos causados pelas enchentes de 2023 e deste ano, Argenta cobra intervenções na estrutura do rio. A principal demanda é um processo de dragagem para retirar materiais que ocupem o espaço e facilitam a inundação. “Temos que parar de tirar cascalho dos morros, que vai dar problema. É preciso remover estes materiais do rio e utilizar em obras”, sugere.

O diretor-presidente revela que tem aproveitado os contatos com autoridades nos municípios e em âmbito estadual para cobrar a efetivação de dragagens nos rios do RS.

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