Resiliência e coragem marcam história de 77 anos da Dália

Produzido por AI Dália

Resiliência e coragem marcam história de 77 anos da Dália

Presidentes do Conselho de Administração e Executivo relembram conquistas e evidenciam importância das mais de sete décadas neste momento de reconstrução do RS

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Uma história marcada por conquistas, resiliência e muita coragem. Assim tem sido os 77 anos da Cooperativa Dália, completados no dia 15 de junho. Com cerca de 2,6 mil associados, quatro unidades fabris nos segmentos de ração, lacticínios, suinocultura, avicultura e 2,7 mil colaboradores, o presidente do Conselho de Administração, Gilberto Antônio Piccinini, destaca ações que mantêm a Dália consistente e estruturada. “No Brasil, são poucas as empresas que chegam à marca de quase oito décadas. Na verdade, muitas são vendidas ou incorporadas, o que não é o caso da Dália, que conta com um quadro social comprometido e profissionais empenhados”, salienta.

 

Piccinini lembrou que a Cooperativa enfrentou muitos desafios, que requereram a implementação de ações e iniciativas para a expansão dos negócios e a solidez em tempos de crise. “Desafios climáticos, sanitários, como a Covid-19, e a elevação dos custos de produção, levaram a direção a implementar alterações no planejamento estratégico e, assim, viabilizar os negócios e fortalecer a marca Dália”, salienta, recordando os precursores dessa história, denominados de “destemidos”, que permitiram celebrar essa história. 

 

Cenário adverso

O presidente-executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, enfatizou que as empresas brasileiras enfrentam adversidades que impedem sua longevidade, como questões tributárias e burocráticas. “Não são muitas as empresas que chegam aos 77 anos, porque em nosso país operamos em um ambiente adverso, com alta taxa de juros, excesso de impostos e burocracia, além da sonegação de impostos, que torna a concorrência desleal. A população tem baixo poder aquisitivo, o que dificulta a absorção dos preços resultantes da complexidade do sistema”, acrescenta.

 

Resiliência para superar 

Em conformidade com o momento de reconstrução do RS, Freitas mencionou que a história sempre foi pautada por períodos de calmaria e intempéries. “O atual cenário de extrema dificuldade é a confirmação de que, para sobreviver, uma empresa precisa de uma equipe forte, resiliente e ‘destemida’ para, dessa forma, conferir-lhe a continuidade, já que em períodos de dificuldades, o apoio dos governos sempre é ínfimo.”

 

Conquistas no campo e nas fábricas 

Freitas também recordou as principais conquistas desde que passou a integrar a diretoria da Dália. “A partir da década de 1990, implantamos os programas de produção integrada de suínos, seguidos pelos de frangos e a organização da produção leiteira, após um intercâmbio com a região da Galícia, na Espanha. A experiência permitiu o incremento da produção local em escala viável para os produtores, a melhoria da qualidade da matéria-prima e a profissionalização da área técnica e dos produtores.” A reestruturação do campo, por sua vez, trouxe crescimento às indústrias, instalação de novas unidades de negócios e modernização do parque industrial. “A Dália cresceu muito, tanto em tamanho, quanto na qualificação e profissionalismo de associados e colaboradores.”

 

LEGENDA:

Complexo Industrial localizado em Palmas, no município de Arroio do Meio  

Piccinini e Freitas: à frente da Dália desde a década de 1990

créditos: divulgação