Empresários viajam ao RJ para reunião no BNDES

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Empresários viajam ao RJ para reunião no BNDES

Diretores de indústrias atingidas pelas enchentes do ano passado apresentam quais as necessidades para recuperação produtiva

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Atualizado segunda-feira,
05 de Fevereiro de 2024 às 11:22

Empresários viajam ao RJ para reunião no BNDES
Comitiva de Empresários do Vale Cai e Taquari na expectativa da reunião nesta segunda. (Foto: Divulgação).
Vale do Taquari
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

A nova tentativa de entendimento entre governo federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e empresas de grande porte atingidas pelas enchentes, ocorre nesta segunda-feira, 5, às 11h, na sede da instituição, no Rio de Janeiro.

Conforme a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, o objetivo é aproximar as expectativas das indústrias e a disponibilidade de linhas de crédito para atender as demandas dos empreendimentos.

“Os empresários vão falar diretamente com os diretores do banco. Demonstrar os prejuízos e qual a necessidade de recurso. Há condições distintas para reforma, compra de maquinário, capital de giro e outras necessidades”, diz o secretário de Comunicação Institucional da Presidência, Maneco Hassen.

A partir dos detalhes das empresas, pode-se alinhar de que maneira pode-se acessar o crédito frente ao tipo de linhas existente. O intuito é proporcionar que haja juros e carência mais atrativos do que foi apresentado pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), criado em novembro do ano passado.

Caso nenhum dos planos existentes seja viável, não é descartada a reformulação do decreto, quando se estabeleceu o juros de até 1,75% ao mês e no máximo 18 meses para começar a pagar o financiamento.

“O governo tem ciência de como as empresas foram atingidas. Conseguimos em um único modelo de crédito atender as empresas do Simples, com faturamento de até R$ 4,7 milhões ao ano. Agora, é muito difícil fazer algo amplo para as indústrias de maior porte”, reconhece Maneco.

Relatório elaborado pelas associações comerciais da região, em parceria com o Sebrae, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Junta Comercial, mostra que foram pelo menos 15 indústrias de grande porte atingidas por coluna de água dentro das unidades. O prejuízo passa dos R$ 500 milhões. Juntas, empregam mais de 7,5 mil trabalhadores.

Quem participa

A comitiva das maiores indústrias atingidas pelas enchentes é composta na maior parte por empresas do Vale do Taquari. Mas também há dos Vales do Caí e Rio Pardo.

  • Dália Alimentos, Encantado;
  • Fontana S/A, Encantado;
  • Lajeadense Vidros, Lajeado;
  • STW Automação, Lajeado (Estrela);
  • Carrer Alimentos, Encantado;
  • Couros Bom Retiro, Muçum e Roca Sales;
  • Bom Frango, Venâncio Aires;
  • MAK Serviços, Lajeado;
  • Vinagres Prinz, Lajeado;
  • Oderich Alimentos, São Sebastião do Caí;
  • Serraria Madepalmas, Roca Sales.

Paticipam ainda:

  • Altair Toledo (Federasul);
  • Leandro Evaldt (Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico);
  • Janine Kanheski (chefe de gabinete do deputado Edivilson Brum).

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