“O que mais dificulta a aprovação dos projetos é a burocracia”, diz prefeito de Vespasiano Corrêa

ENTREVISTA | FRENTE E VERSO

“O que mais dificulta a aprovação dos projetos é a burocracia”, diz prefeito de Vespasiano Corrêa

Comitiva de prefeitos da Amat deve ir a Brasília agilizar a liberação dos recursos para reconstrução das cinco pontes que foram destruídas pelas enchentes de setembro

Por

“O que mais dificulta a aprovação dos projetos é a burocracia”, diz prefeito de Vespasiano Corrêa
Tiago Michelon, prefeito de Vespasiano Corrêa (Foto: Matheus Laste)
Vespasiano Corrêa
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

O prefeito de Vespasiano Corrêa e presidente da Associação dos Municípios do Alto Taquari (Amat), Tiago Michelon participou do programa Frente e Verso, da Rádio A Hora 102.9, nesta quinta-feira, 1°. Ele falou sobre a ida da comitiva de prefeitos do Vale do Taquqari a Brasília para agilizar recursos à reconstrução das cinco pontes que foram destruídas pelas enchentes do último ano.

Ele afirma que os projetos de todas as pontes estão encaminhados ao governo estadual e federal e o recurso da maioria delas já está apontado ou empenhado. Entretanto, o que mais dificulta a aprovação dos projetos é a burocratização.

“Quando falamos de ir a Brasília, não estamos falando que estamos indo lá para pedir a ponte, estamos indo lá para fazer ajustes, para fazer articulações políticas e, principalmente acelerar o processo”.

Enquanto presidente da Amat, Michelon está na expectativa e aguarda o anúncio do novo coordenador da Defesa Civil e acredita que o governo não irá decepcionar. “Quando falamos de grandes projetos de prevenção, nós precisamos alinhar o básico”, declara, e defende a ideia de que quando o recurso é passado para os municípios as coisas andam mais rápido, reforçando que todas as cidades deveriam ter recursos específicos para o reforço do essencial.

A respeito da concessionária RGE e os problemas de abastecimento de energia na região, ele pontua a desumanização no atendimento da empresa e a possível irregularidade nos índices de falta de luz. “Eu acho muito difícil uma propriedade que fica dez dias sem luz, estar dentro do padrão”.

Acompanhe a entrevista na íntegra

 

Acompanhe
nossas
redes sociais