Univates se conecta ao mercado para suprir necessidades de empresas

EXPANSÃO

Univates se conecta ao mercado para suprir necessidades de empresas

De março até dezembro, quase 2,8 mil pessoas buscaram qualificação em cursos presenciais ou online na instituição

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Univates se conecta ao mercado para suprir necessidades de empresas
Cíntia Agostini, professora universitária e Gerente Comercial da Área de Relacionamento com Mercado da Univates. (Foto: Maira Schneider).
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Se conectar ao ecossistema de desenvolvimento regional para ir ao encontro das necessidades das empresas e municípios tem sido papel prioritário da Universidade do Vale do Taquari (Univates). Em entrevista à Rádio A Hora, nesta terça-feira, 5, a professora universitária e gerente comercial da área de Relacionamento com Mercado, Cíntia Agostini fala sobre os avanços e inovações da instituição ao longo deste ano.

Ela descreve aceitação das empresas e comunidade em geral nos cursos presenciais e onlines oferecidos pela universidade, através da plataforma Crie, para ajudar no processo de qualificação das pessoas, seja na sociedade ou dentro da uma empresa.

“De março até agora, quase 2,8 mil pessoas fizeram algum curso com a gente. A pessoa acessa um conhecimento de uma forma fácil, dinâmica, no momento e no tempo da pessoa e é de valor acessível, cursos a partir de R$ 9,90 com duração de 8h, temos de 16h. Cursos online e presenciais olhando para a demanda dos negócios”, destaca Cíntia.

Cíntia cita, também, a primeira pós-graduação 100% online de bilinguismo na área de letras lançada a um mês e com potencial de avançar o Brasil Todo. “Univates possui o melhor curso de letras do Brasil”, ressalta.

Ela complementa, “o conhecimento ninguém tira. São as diferentes formas de entregar para as diferentes condições e diferentes pessoas, é entender a ponta nas suas particularidades.”

90 dias após tragédia

Durante entrevista, Cíntia fala sobre o trabalho da Univates no auxílio aos municípios, na criação de projetos e na execução das ações após as enchentes.

Ela explica que o papel da Univates se dá em três grandes dimensões. Um deles é o apoio psicossocial. “Alunos e professores atuando voluntariamente e hoje, apoio às equipes que estão atuando lá no serviço público. Nós qualificamos as equipes e acompanhamos dando suporte. O voluntariado precisa ser formado de profissionais. Estamos qualificando para que consigam atender melhor”.

Além disso, planejamento e estudo a médio e longo prazo nas questões ambientais, sistema de georeferenciamento e que ainda buscam recursos. “Uma parceria com a URGS, encaminhamos projetos de pesquisas para estudar e propor ações nessa áreas atingidas, entender um pouco mais, olhando para as questões ambientais”.

O Escritório Modelo de Arquitetura (Emaul) fez via Sedur, os levantamentos para os planos habitacionais de conjuntos. “Os municípios que tiveram algumas residências atingidas, a própria gestão fez um encaminhamento via sistema de estado e descreve o que precisa ser feito. Mas tem lugares que foi uma região inteira e nossa equipe identificou esses locais junto com os arquitetos e engenheiros dos municípios, ajudou nesse levantamento todo no georeferenciamento dessa áreas e agora os municípios estão fechando o prazo para cadastrar todas essas necessidades.”

Na quinta-feira será entregue o documento de todo o trabalho feito pela Univates ao secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Rafael Mallmann. Esse trabalho vai ajudar nos planos habitacionais de conjunto que são a realocação dessas famílias de baixa renda para outras localidades. Um trabalho de base para os municípios.

“A Sedur contratou a Univates e a Univates apoiou os municípios. Estamos propondo aos municípios a ajuda da nossa equipe na implementação desses projetos, pois precisa ter um olhar ambiental, social, da arquitetura de engenharia para construir os melhores projetos, pois estamos falando de comunidade, das pessoas, da vida das pessoas e precisamos pensar como a vida dessas pessoas precisa ser preservada nesse momento.”

Assista a entrevita na íntegra

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