Guerra na Ucrânia e embargos na Rússia pressionam preço do diesel

ENTREVISTA | A HORA BOM DIA

Guerra na Ucrânia e embargos na Rússia pressionam preço do diesel

Diretor-executivo da SIM Combustíveis detalha mercado global e impactos ao consumidor

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Guerra na Ucrânia e embargos na Rússia pressionam preço do diesel
Felipe Portuga, diretor-executivo na SIM Combustíveis (Foto: Divulgação)

Diante da guerra na Ucrânia, países europeus impuseram embargos à Rússia, importante exportadora de combustível. O cenário permitiu ampliar a importação brasileira como medida diante da maior demanda em relação à produção nacional.

As perspectivas e os impactos dos movimentos globais foram pautados em entrevista com o diretor-executivo na SIM Combustíveis, Felipe Portugal. “O Brasil também precisa importar, então, em média, 25 a 30% do diesel vem de origem importada, porque as refinarias do Brasil não produzem toda a demanda do produto que o país consome, então, normalmente, esse pedido viria dos Estados Unidos ou de outras regiões”, explica.

Portugal descreve, ainda, que com o embargo, esse fluxo começa a se inverter. “Os países europeus iniciam a demandar diesel de outras regiões e o Brasil que não tem embargo oficial, começa a acessar mais esses produtos russos que, posteriormente, vem ao Brasil. Sistema de impacto tem uma mudança de fluxo, muito mais provocada por função da guerra do que situação econômica”.

Rede Sim Combustíveis

Com 180 postos da Rede Sim espalhados no RS, SC e PR, aproximadamente 5 mil pessoas trabalhando diretamente, além de 300 postos Charrua, a Rede estima um faturamento que gira em torno dos 12 bilhões para este ano.

“A gente acredita muito no nosso mercado, no estado e vem investindo bastante para poder crescer nossa rede e prestar prestar um serviço de qualidade para nossos consumidores que ao adentrarem em nossos postos SIM e Charrua saiam satisfeitos, felizes e tenham uma experiência muito agradável com os nossos postos”.

Ouça a entrevista na íntegra

 

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