Presidente da câmara de Teutônia critica vereadores da situação

POLÍTICA

Presidente da câmara de Teutônia critica vereadores da situação

Para Valdir Griebeler, parlamentares da base governista foram marionetes do prefeito ao votarem contra LDO. Ele teme perda de recursos ao município

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Presidente da câmara de Teutônia critica vereadores da situação
Valdir Griebeler (PSDB), presidente da câmara de Teutônia (Foto: Mateus Rois)
Teutônia

Em entrevista ao programa Frente e Verso, da Rádio A Hora 102.9 desta terça-feira, 3, o presidente da câmara de Teutônia, Valdir Griebeler (PSDB), criticou a postura de vereadores da situação. Para ele, os parlamentares foram marionetes do prefeito ao votarem contra a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2024. Ele teme que o ato possa resultar em perda de recursos ao município.

Com os votos da base governista, proposta encaminhada pelo próprio Executivo se torna inválida e a base para o orçamento do ano que vem deverá ser o deste ano. Os valores projetados para 2024 eram 1,5% menores em relação a 2023, com uma redução de R$ 201 milhões para R$ 198 milhões.

Por outro lado, mesa diretora da câmara pediu o teto previsto pela constituição, de 7% da Receita Realizada no Exercício Anterior (RREA), cerca de R$ 7,5 milhões. Para comparação, valor deste ano ficou em R$ 3,5 milhões.

Justificativa do comando do legislativo é a intenção de melhorias no prédio, que possui problemas tratados como “crônicos”. Obra foi iniciada em 2010 e custou cerca de R$ 2,4 milhões aos cofres públicos até agora.

Em entrevista na semana passada, o prefeito Celso Forneck disse que o recurso solicitado pelos legisladores não estava previsto e não há sobra para repasse. Um dos setores impactados poderia ser o da saúde.

Hoje, à Rádio A Hora Griebeler disse que propôs reenviar a LDO com a atualização de 3,5% para votação em sessão extraordinária. “O Executivo teve 11 dias para fazê-lo e não o fez”, garante. “Quero deixar bem claro. Por parte da Mesa Diretora e de seu presidente nunca foram fechadas as portas. Há, sim, uma animosidade. Mas por parte do município que não quer dar o braço a torcer, ou pelo menos, dialogar.”

Assita a entrevista na íntegra

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