Pão para o mundo!

Opinião

Carlos Martini

Carlos Martini

Colunista

Pão para o mundo!

Por

Gustavo Adolfo 03

Fiquei sabendo que o prezado Colégio Agrícola de Teutônia (FAT) pretende implantar dois cursos superiores, de Agronomia e Veterinária. Bela iniciativa! Torço pra que dê certo. Conhecimento técnico regional acumulado e capacidade pedagógica da instituição acho que não faltam, tem até sobrando.

Quando comecei minha vida profissional, na década de 70, me inscrevi em três vestibulares: Agronomia, Economia e Administração, na Federal e na PUC. Pra minha infelicidade passei nos três e escolhi a Agronomia da UFRGS, lá no então campus de Viamão durante o dia, e também Administração/Economia na PUC durante a noite, lá no final da Avenida Ypiranga.

Era uma correria danada, até porque no meio desses caminhos eu tinha que dedicar seis horas por dia pra garantir meu sustento como aeroviário, pra não pesar demais no bolso dos pais. Mas deixando pra lá os entretantos e indo direto aos finalmentes. Uma das poucas coisas que me arrependo na vida é não ter concluído o curso de Ciências Agronômicas. Tranquei a matrícula no fim do terceiro ano, pela impossibilidade de conciliar o curso diurno da UFRGS com o trabalho e com as Ciências Econômicas e Administrativas noturnas da PUC.

Mas podem crer, se a tradicional e respeitável escola agrícola receber o devido mérito e a licença para implantar esses dois cursos, que considero cada vez mais importantes para a região, pretendo ser um dos primeiros a me inscrever no vestibular. Nessa altura do campeonato acho que até vou “levar pau”. Sem problema, mas vou tentar.


De barcos e âncoras

Não importa muito o tamanho do bicho, o mais importante é como ele é cuidado. A escala pode variar, mas os princípios são sempre os mesmos.
Um caíco levado a remo, uma lancha a motor, um barco fluvial ou oceânico, até mesmo um chique e sofisticado transatlântico. Todos precisam de um timoneiro experiente pra não dar com os burros na água e também com uma boa âncora pra fixar a posição.

Num caíco no Rio Forqueta basta uma corda amarrada em um cascalho meio graúdo pra garantir a ancoragem e tá feito o carreto! É claro que a coisa fica bem mais complicada com navegação de maior porte e em mar aberto. Mas o princípio é parecido: entre pequenas cordas e cascalhos ou grandes correntes e âncoras, no fim das contas é cinco por cento do peso da embarcação que garante a segurança de uma embarcação mesmo parada não ser levada pras barrancas e nem afundar com o movimento das águas. Falando nisso: quais são as “âncoras” econômicas e sociais de cada cidade da região?


Sua excelência, Rei Pelé

Considerado pela crônica esportiva especializada como o melhor jogador de futebol do mundo, o cidadão Edson Arantes do Nascimento depois que pendurou as chuteiras também se tornou astro de cinema. Participou de vários filmes, todos focados em questões sociais.

E não estou falando dos bons documentários sobre sua vida pessoal, como o Isto é Pelé; Pelé Eterno; e O Rei Pelé; que podem ser acessados no “iubitúbi”. Os filmes em que participou como ator principal foram: O Barão Otelo no Barato dos Bilhões; A Marcha; Os Trombadinhas, Fuga Para a Vitória; Pedro Mico; Solidão – Uma Linda História de Amor; Os Trapalhões e o Rei do Futebol.

Essa semana passou a circular pelas redes sociais da “internetchê” uma cena antológica do filme Os Trombadinhas. Mas vale assistir o filme inteiro, onde Pelé atua como treinador da equipe juvenil do Santos e em associação com a polícia paulista busca alocar os pequenos deliquentes de rua (então chamados de Trombadinhas)num projeto social que os livre da marginalidade e lhes abra um novo rumo na vida.

Bem legal! Seu Pelé, que a essa altura do campeonato já está sob as bênçãos do Criador.


CINE BRASIL APRESENTA

Boas Entradas (duplo com) E Melhores Saídas…


SAIDEIRA

O Nôno modernoso chegou no velório e já foi logo perguntando pra viúva:

– Qual é a senha do Wi-Fi daqui, tenho que mandar um recado pra turma da bocha.

– Primeiro respeite o falecido!

– É tudo junto ou separado?

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