Barbáries no futebol amador e profissional

Opinião

Caetano Pretto

Caetano Pretto

Jornalista

Colunista esportivo.

Barbáries no futebol amador e profissional

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Nunca é demais avisar: o futebol não é uma terra sem lei. Embora não pareça, as regras impostas para a sociedade também se enquadram para o esporte mais jogado do mundo.

Cenas recentes em diversas competições, do amador ao profissional, mancham o esporte. Poucas semanas atrás, um comentarista da Espanha comparou Vinícius Jr a um macaco ao falar de suas comemorações. No jogo do Brasil contra Tunísia, torcedores atiraram uma banana para Richarlison. Casos “isolados” para alguns. É necessário conversas mais sérias sobre o racismo no mundo do futebol. A Fifa e a CBF parecem não dar a devida importância ao assunto.

Aqui na nossa terra, cenas lamentáveis foram vistas também no Regional Aslivata com a briga generalizada na partida entre Canabarrense e Brasil de Marques de Souza. Gritaria, socos e pontapés resultaram em apenas a perda de um mando de campo e o pagamento de um salário mínimo para cada clube. Muito pouco. Isso só para ficar nos casos recentes. Na região, até agressão à arbitragem já foi normalizada.

Por mais que as agressões, verbais ou físicas, venham de indivíduos, os principais culpados são as federações e ligas, que permitem que essas pessoas achem normal agir de tal forma.


Fim de ciclo no Beira-Rio

A primeira tarefa do Internacional para a próxima temporada é achar um destino para Edenilson. Não tem mais clima para ele permanecer em Porto Alegre. As vaias da torcida diante do Bragantino foram um aviso. E a situação não tem mais volta. O jogador é muito marcado pelo período sem títulos no Beira-Rio. Está no clube desde 2017, na maioria do tempo sendo um dos destaques do time, mesmo assim a torcida está cansada. O fim do ciclo está claro para todos. Para o clube, para Edenilson, para o torcedor e para a imprensa.


Brasil mais pronto do que nunca

A última Data Fifa serviu para deixar claro quem são as seleções que chegam com favoritismo à Copa do Mundo. E que nos perdoem os europeus, mas ninguém joga mais bola que Brasil e Argentina atualmente. Que pese os adversários um tanto abaixo, os dois países mostram muita consistência no ciclo entre a Rússia e o Catar. Contam com times completos e boas opções no elenco, além de dois técnicos, Tite e Scaloni, que têm a equipe nas mãos. Se eu pudesse apostar, jogaria minhas fichas nas duas seleções para conquistar o Mundial em dezembro.

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